Foi uma aula de futebol. A Argentina passou praticamente o jogo inteiro sem chutar a gol. Lá atrás, o heróico Martínez segurava as pontas de todas as maneiras. Enzo foi expulso. Lionel Messi desaparecido. No duelo da organização tática X o coração e a alma, parabéns para a Espanha bicampeã mundial.

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Justíssimo, merecidíssimo. A Argentina não apareceu para a grande final da copa norte-americana. O domínio espanhol foi total. Tático, técnico, físico – em tudo a seleção de Luis de la Fuente foi superior.

Pode-se condenar Lionel Scaloni pela péssima atuação da Argentina? Não, seria simplista. Futebol é um esporte muito complexo. A Espanha empurrou, encurralou, engoliu, massacrou os argentinos até chegar ao gol do título.

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A exemplo de 2010, quando conquistou seu primeiro Mundial, a Espanha valorizou em 2026 a posse de bola e o comprometimento tático. Este título é mais um prêmio para a brilhante escola de futebol espanhola, atual campeã da Europa e medalha de ouro nas Olimpíadas de Paris (ambas as competições realizadas em 2024).

Sobre a Argentina, os torcedores devem ter orgulho de sua seleção. Liderados pelo incrível Messi, seus jogadores fizeram o possível e o impossível para chegar à decisão, com viradas inesquecíveis.

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Parabéns a Espanha.

Obrigado, Messi, por tudo.

“Pitacos do Kaiser” é a seção no NSC Total em que o diretor de Conteúdo da NSC, César Seabra, traz opiniões curtas — e grossas — sobre a Seleção e sobre a Copa do Mundo