Copa do Mundo é um grande barato – e mais uma chega ao fim. A história de minha vida é completamente inseparável da história das Copas. Lembro de tudo, desde 1970. Na penúltima, a do Catar, eu estava numa cadeira de rodas (graças a um acidente de bicicleta na Bahia), deprimido, barbudo como o Velho do Rio e torcendo para Messi ganhar o primeiro título mundial.
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Ele ganhou. Minha torcida por Messi se renovará neste domingo. Jamais vou torcer contra um craque. Beckenbauer, Cruyff, Zidane, Zico, Platini, Mbappé, Haaland, Falcão, Sócrates, Neymar, Yamal, Kane – craque terá sempre o meu irrestrito apoio, seja do país que for.
Dito isso, não será fácil para a Argentina vencer o ótimo time da Espanha. Será a batalha do coração e da alma argentinas versus o equilíbrio tático espanhol.
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Promessa de jogaço. O genial e jovem Yamal pode esperar um pouco mais. O talento inesquecível e interminável de Messi merece mais Copa. Será um prêmio para a arte do futebol. Meu coração estará com Lionel Messi.
PS: De Andrew Downie, jornalista escocês biógrafo de Pelé e Sócrates, em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”:
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“O brasileiro precisa aprender que não é mais referência. É preciso parar de se gabar de ser pentacampeão, porque isso não importa para a Noruega, o Japão, a Argentina ou para quem quer que esteja jogando contra o Brasil. Eles não têm mais medo do Brasil”.
“Pitacos do Kaiser” é a seção no NSC Total em que o diretor de Conteúdo da NSC, César Seabra, traz opiniões curtas — e grossas — sobre a Seleção e sobre a Copa do Mundo
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