Como bom torcedor do Botafogo, sou um eterno pessimista. Nesta Copa, o pessimismo e o ceticismo ocupam minha alma e meu coração por vários motivos. A seleção brasileira está longe de figurar entre as melhores do mundo. Somos piores do que França, Argentina, Espanha, Portugal, Inglaterra.

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Podemos ganhar o hexa? Sim, nossa camisa é pesada e assusta os adversários. Mas a seleção brasileira de 2026 não tem goleiros confiáveis, não tem laterais que façam justiça à nossa escola, não tem aquele camisa 10 que nos arrebata, não tem o camisa 9 que nos encanta. Nosso maior craque está no banco de reservas: o técnico italiano Carlo Ancelotti.

E o Neymar? O maior desperdício de talento de nosso futebol recente, um ex-jogador que insiste em permanecer em atividade, que não joga em alto nível há três anos e meio. Impossível confiar ou apostar que vá entrar em campo.

Não sou adepto do “Pachequismo”. Podem me esculhambar. Podem me cancelar. Como disse o genial Millôr Fernandes: “É melhor ser pessimista do que otimista. O pessimista fica feliz quando acerta e quando erra”.

“Pitacos do Kaiser” é a seção no NSC Total em que o diretor de Conteúdo da NSC, César Seabra, traz opiniões curtas — e grossas — sobre a Seleção e sobre a Copa do Mundo

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