Na ponte dos cadeados de Blumenau, o amor durou menos de um ano

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Junto com os cadeados pendurados na grade, ladrões levaram o romantismo (Foto: Patrick Rodrigues)

Durou menos de um ano o amor na “ponte dos cadeados” do Centro de Blumenau. Os objetos de metal pendurados na travessia do rio Itajaí-Açu paralela à Ponte Adolfo Konder atraíram ladrões, que começaram a cortar as grades para arrancá-los. O município parou de estimular a brincadeira.

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Em julho de 2021, depois que surgiram os primeiros cadeados na ponte, o prefeito Mário Hildebrandt e a esposa, Sueli, decidiram incentivar casais a materializarem promessas de amor eterno no local, a exemplo do que ocorre em pontes da Europa. Em pouco tempo, mais de uma centena de cadeados já estavam pendurados nas grades.

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Em abril deste ano, 11 das telas de proteção precisaram ser substituídas, porque estavam cortadas. Onde havia mais cadeados o estrago foi pior. Ainda há peças danificadas no guarda-corpo. 

Junto com os cadeados, os vândalos levaram o romantismo.

Nome da ponte

No início de julho, a Câmara de Vereadores aprovou lei que denomina a parte duplicada da travessia de Ponte Egon Alberto Stein, em homenagem ao fundador da construtora de mesmo nome. O texto foi sancionado nesta segunda-feira (11).

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