Como tudo o que algum dia deu certo e expandiu-se em Blumenau, a Maratona Internacional enfrentou todo tipo de polêmica ao longo de 24 edições. Discussões que ajudam a explicar os longos hiatos sem a prova — entre 2007 e 2012 e desde então até hoje. Agora que o seu principal organizador, Raul Cardozo, anuncia um retorno, o Vale Europeu poderia aproveitar a oportunidade para abraçar de vez o turismo ligado ao esporte.

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A primeira polêmica da maratona, já nos primeiros anos, teve relação com o impacto ao trânsito. A largada em Itajaí logo precisou ser modificada e os corredores passaram a fazer um percurso de ida e volta a Blumenau. Em 2012, nem isso foi possível, com um trajeto dentro da cidade tendo de ser providenciado em cima da hora.

Outra briga, essa pitoresca até, envolveu a prefeitura de Gaspar, que exigia ter a cidade citada no nome da prova, uma vez que os corredores passavam por ali. A reivindicação jamais atendida gerou novas mudanças no percurso.

Embora complexa e de alto impacto ao cotidiano, uma maratona traz dividendos ao turismo, estimula mais pessoas a praticarem esporte e vende uma imagem positiva da cidade e da região. Um evento desses precisa ser regular.

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