A destituição de Ednaldo Rodrigues é o final de ano que combina perfeitamente com o 2023 na CBF. Foi um ano desastroso. A começar pela Seleção Brasileira, que passou a temporada sem técnico, sem coordenador de futebol, e sem resultados. O Brasil perdeu no profissional masculino e feminino, perdeu no sub-20, perdeu no sub-17… perdeu tudo este ano.

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Ednaldo Rodrigues é retirado da presidência da CBF

CBF, política, bastidores e o dinheiro adiantado para quatro clubes na reta final da Série B

Ednaldo Rodrigues teve a capacidade de fazer a Seleção Brasileira jogar um ano inteiro com dois técnicos interinos, que foram Ramon Menezes e Fernando Diniz. E a Seleção não tem um diretor, um coordenador. Os resultados foram péssimos. 

Na Espanha, a imprensa já dá indícios de que Carlo Ancelotti vai mesmo ficar no Real Madrid, desistindo do suposto acordo com a CBF e a Seleção Brasileira. Agora, com Ednaldo destituído do cargo então…

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Fora do campo, Ednaldo Rodrigues fez uma composição com os clubes e Federações para se eleger, com base na liberação do Campeonato Brasileiro para a Liga. Acontece que existe uma disputa, uma divisão, entre os próprios clubes na questão da Liga e essa divisão, nos bastidores, respinga nele mesmo, Ednaldo.

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Além disso, existem as forças do passado que trabalham para retomar o poder no futebol brasileiro. E Ednaldo não está sabendo antecipar as jogadas e perceber inimigos, como o bom jogador faz no tabuleiro do xadrez. 

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Mesmo com o apoio dos clubes da Série B e da ampla maioria das Federações, Ednaldo tem sido um desastre na composição política e na administração do futebol. A crise na Seleção Brasileira só ajudou a empurrar quem já estava se aproximando demais do precipício. 

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