Os pontos positivos e negativos na estreia do “novo” Figueirense

Figueirense fez o primeiro ponto no empate em 0 x 0 com o Joinville na partida de abertura do Estadual

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Figueirense tinha sete estreias no time escalado na abertura do Catarinense 2025 (Foto: Patrick Floriani, FFC)

Figueirense tinha sete estreias no time escalado na abertura do Catarinense 2025 (Foto: Patrick Floriani, FFC)

O Figueirense não fez uma grande atuação na estreia do Catarinense 2025 e nem era de se esperar. Teve problemas no primeiro tempo com a marcação intensa do Joinville na saída de bola e teve dificuldades na construção de jogo na segunda etapa, quanto teve mais liberdade. Isso, em termos gerais, é o resumo do time de Thiago Carvalho no seu primeiro desafio.

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Joinville e Figueirense erraram muito na abertura do Catarinense 2025

Mas no detalhe há aspectos positivos, que precisam ser vistos e falados. O goleiro Fabrício foi muito bem, mesmo não precisando fazer nenhuma defesa importante. Ele é o dono da área. Fabrício passa muita segurança e, naquilo que foi exigido, nos cruzamentos do Jec pelo alto, foi muito seguro.

VÍDEO: Joinville e Figueirense empatam na abertura do Catarinense 2025

O lado direito do Figueirense também apareceu muito bem. Mesmo com erros no acabamento da jogada, Léo Maia e João Lucas deram trabalho à defesa do Joinville. Era pelos dois que o Figueira conseguia um espaço para criar algo. João Lucas mostrou habilidade e pode ser importante para o time na temporada.

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Confira imagens dos estreantes do Figueirense no Catarinense 2025

De negativo, a saída de bola. Foram muitas dificuldades coletivas e individuais e o Figueirense cometeu o pecado de insistir demais e se expor à pressão a ao erro. O técnico Thiago Carvalho poderia ter alternado, dando um pouco mais de tempo para a linha de defesa respirar. Uma bola longa nos pontas João Lucas e Lucas Mineiro poderia também tirar o Joinville do conforto de poder sempre marcar em cima. Individualmente, Felipe Santiago não esteve numa tarde boa, errando muitos passes e mostrando insegurança.

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Outro aspecto negativo foram os volantes, que se esconderam do jogo no primeiro tempo. Rodrigo e Jhony Douglas não souberam desafogar a saída de bola na pressão do Jec. Eles tinham a obrigação de aparecer pra receber para tranquilizar o passe dos zagueiros. Os dois melhoraram no segundo tempo, mas o Joinville já não fazia a mesma pressão.

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No final das contas, foi importante ver um time organizado em campo, com uma ideia de jogo clara, com algumas novidades boas e que pode evoluir. O Figueirense soube crescer durante a partida, sofrendo no primeiro tempo, mas sustentando o placar, e jogando mais na segunda etapa.