A proposta inicial para a construção da Ponte Joinville tinha modelo diferente. Em 2013, quando foram iniciados os estudos para a ligação entre os bairros Adhemar Garcia e Boa Vista, as imagens do modelo proposta apontavam para estrutura metálica, com ondulações nas laterais. Havia a previsão de uma reserva de faixa para veículos leves sobre trilhos (VLT).
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No entanto, a proposta acabou substituída durante o próprio governo Udo Döhler. Ainda era uma proposta porque os projetos executivos seriam contratados somente em 2015. Em 2017, quando o contrato de financiamento internacional foi assinado, o modelo já era outro. As obras começaram em 2024, no primeiro mandato do governo Adriano Silva. O contrato tinha previsão de conclusão em maio de 2026, mas haverá prorrogação, provavelmente até o final de 2027. A execução financeira está em 43%. O custo das obras é de R$ 329 milhões.
A proposta inicial havia sido definida como forma de acelerar a construção, apontada à época como possível de ser construída em até um ano. A questão ambiental também era levada em conta – o entendimento da prefeitura era de seria possível licenciar a ponte por meio de estudo ambiental simplificado (EAS).
No entanto, não houve concordância e foi determinada a elaboração de estudo de impacto ambiental. Mas a grande questão naquele momento era a definição da fonte de recursos. Houve negociações com o governo do Estado, com bancos federais e somente em 2017 seria escolhido o Fonplata como a fonte. Naquele ano, foi assinado o repasse de US$ 40 milhões, em uso nas obras. No empréstimo será assinada com o fundo, com parte dos recursos a serem usados no complemento das obras da Ponte Joinville.
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