Audiência pública sobre concessão do Aeroporto de Joinville deve ser realizada em novembro de 2019

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(Foto: Salmo Duarte / A Notícia)

No encontro desta terça-feira (27) dos deputados Rodrigo Coelho e Darci de Matos com o presidente da Anac, Ricardo Botelho, não chegaram a ser tratados os montantes pretendidos para investimentos no Aeroporto de Joinville porque os estudos da concessão ainda estão em andamento.

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“Nós precisamos ter garantias para que, no edital, conste um cronograma com os investimentos necessários para melhorar toda a infraestrutura e atrair mais voos, gerando mais competitividade, preços mais baratos e, consequentemente, mais passageiros”, disse Coelho. Em novembro, será realizada audiência pública em Joinville sobre a concessão. O leilão é para o final de 2020.

Recomendação na licença

Depois de fazer teste no sistema de licenciamento ambiental da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Joinville e descobrir que não é possível, para terceiros, o acompanhamento do andamento dos pedidos, a 21ª Promotoria de Justiça emitiu recomendação à pasta. A solicitação é que seja cumpridas leis federais sobre a transparência das análises. O Ministério Público de Santa Catarina tem inquérito civil para apurar o cumprimento da ordem cronológica da análise dos pedidos de licenciamento ambiental em Joinville. 

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Na rua das palmeiras

Foi contratada a empresa para fazer os projetos de reforma do prédio da rua das Palmeiras comprado no final de 2012 pela Prefeitura de Joinville e jamais utilizado. O serviço vai custar R$ 85 mil. O plano da Secretaria de Educação é instalar centro de formação no espaço. O município pagou R$ 6,5 milhões pelo imóvel em 2012 (hoje, pela inflação, seriam R$ 9,4 milhões). À época, a meta era instalar a sede da secretaria no prédio.

Mais perto da decisão

Até sábado, sai a decisão do PSB sobre qual a penalidade a ser aplicada aos onze deputados federais favoráveis à reforma da Previdência. Rodrigo Coelho votou a favor da proposta e poderá ser alvo de punição, de advertência à expulsão. Se for expulso, Coelho ganha caminho livre para se filiar ao novo partido, pelo qual deverá concorrer a prefeito de Joinville. A lista tem PL, PSL e Podemos. Se não for expulso, o deputado tentará sair do partido por via judicial, uma forma de evitar riscos de perder mandato por infidelidade partidária. 

Sem presidente

Embora o anúncio tenha sido feito na segunda-feira pelo PSL/SC, a comissão provisória do partido em Joinville foi dissolvida já no sábado, conforme atualização exibida desde a terça-feira (27) pelo Tribunal Regional Eleitoral. O mesmo ocorreu em outras cidades do Estado. Dessa forma, Coronel Armando não é mais o presidente do PSL em Joinville. O encerramento do mandato das comissões municipais foi determinado pela executiva estadual do PSL como forma de renovação. Os novos dirigentes serão escolhidos até outubro. 

Sem afetar

O deputado Armando não contestou. “Minha intenção já era buscar maior representatividade do PSL de Joinville convidando outras lideranças do partido para comporem a executiva”, diz o ex-presidente, citando conversas com Sargento Lima e Rudinei Floriano. Outras lideranças serão procuradas. “Em Joinville, a desativação da Executiva não afeta pois já estávamos em processo de substituição”, alega Armando.

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Influência em 2020

A escolha da nova direção do PSL de Joinville será decisiva para a escolha do candidato a prefeito em 2020. Se permanecer com Coronel Armando, é mantida a possibilidade de lançamento de um militar. Nesse caso, as chances de Derian Campos despencam. Agora, se o futuro presidente municipal for alguém ligado ao secretário de Assuntos Internacionais, Derian volta com tudo ao páreo. Até agora, o governador Carlos Moisés não se manifestou sobre a eleição.

Ficou como estava

Vitoriosas no pedido à Justiça para atendimento da planilha na definição da tarifa, as empresas de ônibus não chegaram a solicitar à Prefeitura de Joinville o complemento do reajuste do ano passado, afinal, a passagem ficou com valor menor. Mas ainda que as concessionárias não tenham feito o pedido, a decisão judicial já fez a determinação – a análise é se o cumprimento é agora ou pode ser no próximo aumento, válido para 2020.