O sistema de linhas de bombeamento de concreto para a construção da Ponte Joinville foi apontado como modalidade mais eficiente para as obras. As tubulações foram um dos temas abordadas pela Secretaria de Infraestrutura de Joinville nesta terça-feira, em apresentação sobre o andamento das obras da ponte. A reunião foi realizada pela Comissão de Urbanismo da Câmara de Joinville.
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A proposta inicial era de fazer o bombeamento de concreto por meio de caminhões embarcados em balsas. A movimentação seria por meio do rio Cachoeira. No entanto, o assoreamento do rio e a dependência da maré acabaram levando à desistência do plano. Além disso, foi apontado que seriam apenas quatro ou cinco caminhões por viagem e necessidade de infraestrutura adicional, como rampas e atracadouros.
A adoção da linha de bombeamento foi por causa de operação contínua, com maior produtividade, menor dependência do rio e maior segurança operacional, conforme a apresentação da secretaria. O caminhão fica nas margens, com concreto sendo transportado por meio de tubulação sobre passarelas de serviço.
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As linhas de concreto fazem fornecimento para a infraestrutura e para o vão central, mais distante, no vão central da ponte. Do lado do Adhemar Garcia, a extensão se estende até 322 metros. Pelo Boa Vista, a tubulação até o balanço sucessivo chega a 388 metros. O uso das linhas foi uma das mudanças adotadas na construção da ponte. As obras terão custo de R$ 393 milhões, com previsão de conclusão em outubro do ano que vem, em prazo já prorrogado.








