Em reunião na Câmara de Vereadores, a Secretaria de Infraestrutura de Joinville listou uma série de “desafios” na execução da Ponte Joinville, a maior obra viária em andamento na cidade e que terá prazo de construção prorrogado, provavelmente até o final de 2027. O andamento das obras das pontes Joinville e Anêmonas foi tratado na manhã desta terça-feira, em reunião da Comissão de Urbanismo.
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Uma das situações citadas foi a necessidade de escavações mais profundas do que o esperado para a cravação de estacas por causa da formação das rochas – foram encontradas rochas fraturadas. Pelo relato na Câmara, houve necessidade de readequação do projeto de utilização do cantitravel, o equipamento utilizado nas fundações, com deslocamento por meio de trilhos. A mudança implicou em mais tempo.
Uma providência “não prevista”, pelo menos nas características iniciais, foi a abertura de caminho de serviço para acesso de equipamentos do lado do bairro Adhemar Garcia. A implantação dos canteiros das obras levou mais tempo do que o previsto, entre outras situações. Na lista de adequações providenciadas, está a implantação de “linha de concreto” dos dois lados, para o transporte de concreto para os apoios centrais, contratação de apoio náutico para a movimentação de materiais, mudanças no projeto do cantitravel, entre outras.
O prazo contratual para a conclusão das obras é o início de junho de 2026 (prazo de dois anos a partir da ordem de serviço liberada em 2024). A nova data específica para a conclusão das obras, no segundo semestre de 2027, ainda está em definição entre prefeitura, construtora e empresa. A ponte dupla de 980 metros entre as zonas Sul e Leste de Joinville tem custo atualizado de R$ 328 milhões, bancados pela prefeitura por meio de empréstimo internacional.
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