A proposta da ponte da Vigorelli prevê 1,2 mil metros de extensão sobre a baía da Babitonga, em ligação entre Joinville e a parte continental de São Francisco do Sul. As alternativas de ponte e de traçados nos acessos foram exibidas na sexta-feira, na Associação de Municípios do Nordeste de Santa Catarina (Amunesc). Uma das alternativas prevê vão central de 31 metros de largura e 20 metros de altura. O local tem grande movimentação de embarcações, principalmente por causa da proximidade com a foz do rio Cubatão, onde estão instaladas marinas de Joinville.
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Imagens da Vigorelli
A apresentação na Amunesc foi feita pelo consórcio contratado no ano passado pela entidade para a elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica Econômica e Ambiental (EVTEA) da ponte. O trabalho será concluído no segundo semestre. A associação dos municípios está buscando fonte de recursos para as obras – a proposta foi levada ao Banco Mundial neste mês, para avaliação.
Os prefeitos de Itapoá, Jefinho Garcia, e de São Francisco do Sul, Godofredo Moreira, e a vice-prefeita de Garuva, Marli Leandro, participaram da reunião. O material será apresentado à prefeita de Joinville, Rejane Gambin, em junho. Os quatro municípios estão bancando o estudo, contratado por R$ 4,3 milhões. A travessia no local é feita por meio de ferryboat.
As opções sugeridas de construção da ponte variam no número de vigas entre os vãos. Há também uma proposta de estrutura estaiada, modalidade com cabos suspensos (estais), utilizada na construção da Ponte de Guaratuba. As alternativas serão analisadas pela Amunesc, em conjunto com as prefeituras.
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