A Prefeitura de São Francisco do Sul ainda precisa acertar detalhes, mas está decidida a iniciar a cobrança da taxa ambiental na próxima temporada, a partir de dezembro. O modelo a ser adotado será apresentado nesta sexta, em coletiva à imprensa. Na prática, funciona como um “pedágio” a ser cobrado dos turistas. A justificativa é a busca de mais recursos para bancar os custos extras com a vinda dos turistas, principalmente na coleta do lixo, atendimento de saúde e custo d’água. “No passado, não houve preocupação com isso e o orçamento de São Francisco sempre foi linear, parecido em todos os meses, como se a população não se multiplicasse no verão”, diz o prefeito Renato Gama Lobo (PSD). Donos de imóveis na cidade serão isentos da cobrança. A proposta de cobrança do “pedágio urbano” surgiu após o exemplo de Bombinhas, onde a taxa ambiental foi criada em 2014. Em São Francisco, há uma diferença importante em relação ao município pioneiro na cobrança: é uma cidade portuária, o que deverá isentar os caminhões do pagamento.
Marinas na Babitonga
Em seminário organizado pelo Ministério do Turismo em São Paulo, o navegador Amir Klink citou a baía da Babitonga como um dos locais mais adequados para a instalação de marinas no litoral brasileiro por causa da navegabilidade dos canais, qualidade da água etc. No painel, estava presente Vinícius Lummertz, o ministro do Turismo. O relato partiu de assessoria.
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Ampliação de ala de UTI tem duas empresas habilitadas
Duas empresas se habilitaram na concorrência para a ampliação da ala de UTI do Hospital Regional de Joinville. A obra vai duplicar a capacidade, chegando a 40 leitos. A expectativa é de inicío dos trabalhos em julho. A ampliação é a última etapa de pacote de investimentos do governo do Estado no hospital. A maior capacidade de atendimento em UTI motivou ação do Ministério Público, apresentada ainda em 2011.