O tradicional sofá de dois lugares perde espaço, em alguns projetos, para o banco estofado na sala de jantar, que divide a mesa com cadeiras individuais. A tendência de 2026 aposta em mais conforto e no melhor aproveitamento de ambientes pequenos.
A ideia rompe com a regra de que todos os assentos ao redor da mesa precisam ser iguais. De um lado entra o banco; do outro, cadeiras avulsas, num arranjo que lembra o clima descontraído de cafés e restaurantes.
Conforto para ficar mais tempo à mesa
A mudança acompanha o novo papel do cômodo, que deixou de ser reservado a ocasiões formais. Segundo a Veranda, a busca para 2026 é por assentos macios, como banquetas estofadas e tecidos aconchegantes, que convidam a prolongar a refeição.
Imagine um almoço de domingo em um apartamento pequeno: às 16h, a sobremesa já passou, mas o café continua e as crianças fazem lição na mesma mesa. Com um banco estofado, ninguém tem pressa de levantar.
Banco encostado na parede economiza espaço?
Em muitos casos, sim. Cadeiras comuns precisam de folga atrás para serem puxadas; já o banco encostado na parede dispensa essa área e pode melhorar a circulação em salas estreitas.
O arranjo deixa o ambiente menos congestionado. Sem encosto, o banco pode ser empurrado para baixo da mesa e quase sumir da área de passagem.
Como misturar bancos, cadeiras e pequenos sofás
Não é preciso escolher um único formato. O banco pode ocupar um lado, duas ou três cadeiras ficam do outro e, se a mesa permitir, poltronas assumem as cabeceiras.
Vale variar os materiais: uma banqueta em linho ou veludo ao lado de cadeiras de madeira, couro ou fibras naturais evita o aspecto de conjunto comprado pronto.
Há ainda quem leve um pequeno sofá para junto da mesa. Nesse caso, a altura do assento e a profundidade definem o conforto. As banquetas podem ser solução eficiente para espaços reduzidos, onde a sala também serve para trabalho, estudo ou conversas longas.
Confira as medidas antes de trocar as cadeiras
O conforto depende da relação entre a altura da mesa e a do assento. Um banco baixo demais deixa braços e tronco em posição ruim; um modelo profundo demais afasta a pessoa da mesa.
Vale calcular quantas pessoas cabem sem aperto. Em um banco colado à parede, quem senta no meio pode depender de que os outros se levantem, então circulação e praticidade não podem ficar de fora.
Vale trocar o sofá agora?
Não é preciso descartar um sofá de dois lugares que funciona bem só para seguir a moda. A troca faz mais sentido quando a sala pede mais lugares, melhor circulação ou um clima menos formal.
Para experimentar, o caminho mais simples é uma banqueta estofada encostada na parede. Com medidas corretas, tecido resistente e cadeiras que conversem com o resto da decoração, a sala fica mais flexível.
Por Juliana Matias
*Material feito com ajuda da inteligência artificial e revisado por jornalistas.






