O menino Stefano Marconi Sgroi, de 9 anos, é apontado como a criança com o QI mais alto da Argentina. Ele planeja construir o próprio carro em 10 meses e inspirado no famoso Fusca. Morador de Tolosa, na região de La Plata, o menino já trabalha em uma maquete inspirada no famoso carro da Volkswagen.
O projeto inclui fibra de carbono e motor traseiro, segundo os relatos publicados. “Sempre tive a ideia de construir o meu próprio automóvel”, disse o garoto.
Do Fusca à fibra de carbono: o que se sabe do projeto
O ponto de partida é o clássico da Volkswagen. O modelo que fez muito sucesso no Brasil é conhecido pelo motor traseiro refrigerado a ar e pelo desenho simples, características que o tornaram querido entre entusiastas e restauradores.
A ideia é evoluir para um veículo próprio, com motor traseiro, marca registrada do Fusca, e fibra de carbono, material leve e resistente usado em carros esportivos. O prazo de 10 meses é a meta apresentada pelo menino. Não foi informado como o menino pretende financiar o projeto, nem se terá apoio técnico de engenheiros ou se o carro poderá circular nas ruas.
Por que o Fusca é considerado um carro relativamente simples de construir?
O Fusca foi projetado para ser barato, robusto e fácil de consertar. Seu motor é do tipo boxer de quatro cilindros refrigerado a ar. Sem radiador, bomba d’água e mangueiras de arrefecimento, o conjunto tem bem menos peças que um motor comum.
Outro ponto é o layout mecânico: motor e tração ficam na traseira. Por isso o carro dispensa o eixo cardã, que leva a força do motor dianteiro às rodas de trás, e a transmissão fica integrada ao conjunto mecânico.
A estrutura também ajuda. No projeto original, a carroceria é parafusada sobre um chassi de plataforma, e é isso que sustenta o carro. A parte mecânica pode ser montada e testada separadamente, e a carroceria trocada ou refeita depois. Foi por isso que o Fusca virou base de buggies e carros artesanais em vários países.
Há ainda uma questão prática: com milhões de unidades produzidas ao longo de décadas, o modelo tem manuais, peças e uma comunidade enorme de restauradores. Isso reduz muito a barreira para quem quer aprender construindo.
Simples, porém, não significa fácil. Trocar a carroceria original por outra em fibra de carbono exige projeto, moldes e cuidados de segurança que não são triviais.
O que significa ter o QI mais alto da Argentina?
Em geral, esse tipo de avaliação é feita por psicólogos, com testes padronizados aplicados individualmente. O QI mede habilidades como raciocínio lógico, memória e linguagem. A pontuação é comparada com a de pessoas da mesma faixa etária: a média é 100 e a maioria da população fica entre 85 e 115.
Um resultado bem acima da média indica facilidade para aprender e resolver problemas abstratos. Costuma aparecer em crianças que aprendem a ler cedo, fazem perguntas complexas e se entediam com o ritmo da sala de aula, mas nem todo caso é assim.
Stefano começou a falar aos sete meses e já lia aos dois anos. Hoje, divide a rotina entre a escola, o esporte e uma paixão incomum para a idade: a engenharia automotiva.

Na escola, diz que vai principalmente para encontrar os amigos e que costuma se entediar. Matemática, arte e educação física estão entre as disciplinas favoritas. O relato de tédio na sala de aula costuma aparecer em debates sobre crianças com altas habilidades, para as quais projetos práticos, clubes de ciência e mentoria podem ser estímulos importantes além do currículo regular.
Ele também afirma ter facilidade com o português, pretende aprender inglês e pratica basquete e taekwondo fora da sala de aula.
*Conteúdo gerado com auxílida da inteligência artificial e revisado por jornalistas.







