Bebê de Joinville com leucemia recebe medula de doador alemão: “Ele vai renascer”, diz pai

Diagnosticado com três meses de idade, Pedro vai fazer o transplante neste sábado (3)

Compartilhe:

Pedro vai receber o transplante de medula óssea após meses de espera (Foto: Arquivo pessoal)

O bebê Pedro, de um ano, foi diagnosticado com leucemia aos três meses de idade e teria que fazer um transplante de medula óssea. Desde então, os pais Suélen e Alan Pinheiro, que moram em Joinville, estavam atrás de um doador para salvar a vida do filho. E nesta semana, os pais de Pedro receberam a grande notícia de que um morador da Alemanha vai fazer a doação para a família.

Continua após a publicidade

Receba notícias de Joinville e região pelo WhatsApp

O doador surgiu por meio do Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), que faz a ligação entre as redes internacionais de doadores, entre eles a Alemanha. Por estar inscrito no Registro de Receptores (REREME), Pedro foi contemplado.

Continua após a publicidade

Para a NSC TV Joinville, Suelen afirmou que até sexta-feira (2), Pedro vai passar por sessões de quimioterapia e radioterapia. No sábado (3), o menino irá fazer a tão aguardada cirurgia.

– O Pedro faz a infusão, depois da pega da medula (quando o paciente recupera as células após o transplante), se alimentando bem e bom estado clínico, ele fica um período em Curitiba – comenta a mãe.

Suelen afirma que, se tudo estiver bem com Pedro depois de 100 dias, a família pode retornar para Joinville.

Veja o relato da mãe de Pedro sobre a doação:

O processo entre a angústia e alegria da família

Até encontrar o doador, foi uma busca sofrida e difícil da família Pinheiro. O próprio pai de Pedro, Alan, fez o procedimento de transplante, mas o corpo do filho rejeitou a medula.

Continua após a publicidade

Foram centenas de dias dramáticos no hospital no combate à leucemia. Uma doença que, segundo o médico Gilberto Pasqualotto, agrediu fortemente a saúde do menino.

– Pedro está com uma medula zerada, sem ter função de imunidade, glóbulos vermelhos e plaquetas. Precisa de um transplante de um doador não aparentado, de um doador que vem de um banco de medula – explica.

Continua após a publicidade

Após tanta espera, o doador apareceu, e é do outro lado do mundo. Com a ajuda, Alan destaca que a solidariedade pode estar presente em todos os lugares.

– Sábado é o grande dia para estarmos com a nossa energia positiva, quando ele vai receber a tão esperada medula – comemora.

Continua após a publicidade

Sob supervisão de Hassan Farias

Leia também:

Furão do zoobotânico de Joinville recebe nome após enquete com mais de 20 mil votos

Continua após a publicidade

Joinville recebe feira de logística com participação de 91 empresas

Aos 116 anos, estação em Joinville começa a ganhar nova reforma