Doceria tem venda de quitutes suspensa pela Anvisa por falta de autorização para funcionamento

Segundo a Anvisa, quitutes da Fatti a Mano eram fabricados e comercializados sem a devida regularização; marca de azeite também teve o produto suspenso

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Azeite e doces são retiradas de comercialização por irregularidade

Agência reguladora encontrou irregularidades na fabricação e distribuição dos produtos (Foto: Divulgação, Internet)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou medidas preventivas contra produtos da San Oliveto e doces da Fatti a Mano. A reguladora justificou que encontrou irregularidade e resultados insatisfatórios na avaliação dos alimentos. A informação foi divulgada esta quarta-feira (22) no Diário Oficial da União (DOU) e passou a valer imediatamente.

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Doceria funcionava em estabelecimento sem autorização

A proibição de vendas também ocorreu para os produtos da Indústria e Comércio de Doces Fatti a Mano. Brigadeiros, cocadas, palha italiana e varias outras guloseimas não podem mais ser produzidos pela confeitaria.

Segundo a Anvisa, os produtos eram fabricados e comercializados sem a devida regularização do órgão sanitário competente. A resolução publicada pelo DOU explica que a produção dos doces era realizada em estabelecimento sem licença de funcionamento, em desacordo com a legislação sanitária vigente.

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Diferentemente da San Oliveto, a doceria tem CNPJ válido n°27820777000159 e fica na cidade de Viana, no Espírito Santo.

Veja lista de doces não autorizados:

  • Cocada branca;
  • Cocada com maracujá;
  • Doce de leite;
  • Doce de leite com coco;
  • Palha italiana;
  • Doce de jaca;
  • Beijinho;
  • Pé de moleque;
  • Fatticoco (leite com coco);
  • Pé de moça;
  • Brigadeiro.

Anvisa afirma que origem de azeite é desconhecida

A Anvisa determinou apreensão de todos os lotes do Azeite de Oliva Extra Virgem da marca San Oliveto no país. No relatório oficial, a gerente-geral de inspeção e fiscalização sanitária, Renata de Lima Soares, descreve que o resultado do ensaio para determinar o índice de refração foi insatisfatório.

Além da repressão, foi descoberto que a origem do azeite é desconhecida, sendo importado no Brasil pela distribuidora Comercial Alimentícia e Cerealista Vale do Carioca LTDA. Segundo o Serasa a empresa tem CNPJ inapto desde 23 de junho de 2026 e endereço também desconhecido.

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O teste de refração é utilizado no controle de qualidade de diversos produtos, especialmente óleos, gorduras e outros líquidos. Ele mede como a luz muda de direção ao passar pelo material, avaliando a pureza e contaminações do material.

Até o momento nenhuma das empresas se posicionou sobre o decreto.

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*Sob Supervisão de Luana Amorim