O que começou como uma forma de comemorar entre amigos em 2012, terminou em uma festa com mais de 500 pessoas anos depois, em Florianópolis. Na época, Gracieli de Rosso Silva e seus amigos saiam de festas e faziam uma carreata até um local para fazer um “after” , uma espécie de festa menor que acontece logo após o término de um evento principal, balada ou festival. O sucesso foi tanto que Gracieli decidiu investir na demanda.
Tudo começou em 2012, quando Gracieli e seus amigos começaram a se reunir para aproveitar juntos depois de saírem de festas na Grande Florianópolis. A ideia era simples: depois de aproveitar as baladas na região, Graci e seus amigos entravam em seus carros e seguiam até o local do after, formando uma espécie de carreata.
No início, apenas alguns carros participavam da carretada, que era formada por 35 pessoas. Mas, com o passar dos anos, as festas começaram a receber cada vez mais participantes.
“Caso um carro parasse no meio do caminho, para comprar algo para comer ou até mesmo para abastecer o carro, todos paravam também. Se alguém se perdesse era impossível de encontrar a localização se não conhecesse a região, porque não tinha esse formato de localização de hoje em dia” relembra Gracielli, de 40 anos e natural do Rio Grande do Sul.
Os eventos ficaram conhecidos pelas festas secretas com música eletrônica e pelo esquema de boca a boca, com endereços revelados de última hora. De acordo com a empresária, as carreatas duraram até 2015, quando uma comemoração de aniversário ultrapassou barreiras: ao invés de receber apenas os 100 convidados que estavam previstos, a festa acabou com 500 pessoas.
“A comemoração era do meu aniversário. Um amigo convidou outro amigo e deu no que deu. Aconteceu uma superlotação, que rendeu uma denúncia para polícia, que acabou encerrando a festa, já que já passava das 11h da noite. Foi ali que eu percebi que não era mais um encontro entre amigos, já tinha tomado uma proporção maior” disse ao NSC Total.
Foi assim que Graci começou a realizar eventos e criou a Private Floripa, empresa de festas que realizou diversas edições em locais esporádicos. Em 2016, a edição aconteceu em alto-mar. Agora, depois de uma pausa de três anos sem produzir eventos para focar na maternidade, a empresária deve realizar mais uma edição da Private em alto-mar.
Embarcação deve virar pista de dança em Florianópolis
O Private Floripa On Board deve acontecer no dia 19 de setembro no Trapiche da Scuna Sul, ao lado da ponte Hercílio Luz, no centro de Florianópolis, e pretende transformar a embarcação em pista, com artistas como Aytha, Ella Whatt, Joam, Lucius e outros nomes conectados à trajetória da festa.
Segundo a criadora do evento, a embarcação deve levar apenas 150 pessoas a bordo. Os ingressos podem ser adquiridos através do link no perfil oficial da Private Floripa no Instagram.





