Mais de 1,4 tonelada de mexilhões impróprios para consumo são apreendidos em SC

Carga não tinha documentação exigida para comprovar origem dos mexilhões

Compartilhe:
Mais de 1,4 tonelada de mexilhões impróprios para consumo são apreendidos em SC

Carga foi encontrada durante uma fiscalização de trânsito (Foto: Cidasc, Divulgação)

Uma carga de mais de 1,4 tonelada de mexilhões in natura foi apreendida em Governador Celso Ramos, na Grande Florianópolis, pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc). A carga não tinha Guia de Trânsito Animal (GTA), documento obrigatório para o transporte desses produtos.

Continua após a publicidade

Siga as notícias do NSC Total pelo Google Notícias

Após ser apreendida, a carga foi levada para uma fábrica de ração de peixe, onde foi inutilizada. Isso porque, sem a documentação correta, não é possível identificar a origem do produto e, por isso, ele deve ser considerado impróprio para consumo.

Continua após a publicidade

A apreensão foi durante uma fiscalização de trânsito, na terça-feira (5). Segundo a Cidasc, a GTA garante a procedência dos mexilhões, atestando que eles venham de áreas autorizadas para retirada. Atualmente, existem quatro áreas suspensas para a coleta de mexilhões, cujo consumo sem a devida verificação pode causar graves problemas de saúde.

— Nossa equipe técnica atua com o objetivo de assegurar a saúde dos consumidores catarinenses. A Cidasc realiza, regularmente, ações de combate à clandestinidade de produtos de origem animal e participa de operações com o Ministério Público Estadual (MPE-SC) e Vigilância Sanitária, para que estes produtos estejam de acordo com as normas preconizadas pela legislação sanitária — destaca o médico veterinário da Cidasc, Juliano Ebert.

Leia mais

Praias de São José e Florianópolis amanhecem com centenas de peixes mortos na orla

Preço de chocolates na Páscoa variam até 100% em Florianópolis

Continua após a publicidade

Ocupação de leitos de UTI em SC ultrapassa 88% em meio a alta de casos de dengue e Covid