Dia de Finados: luto na pandemia se tornou mais difícil e doloroso

Psiquiatra Maria Aparecida Fontana falou sobre o luto em entrevista à CBN Joinville

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As despedidas foram diferentes nos quase dois anos de pandemia de Covid-19 (Foto: Porthus Junior/Agencia RBS)

O Dia de Finados é um dia de homenagens e de saudades diante da memória e do afeto que persiste em nós mesmo depois que uma pessoa querida tenha deixado a vida. Presente não só nesta data, o luto faz parte do processo de perda e sofrimento na despedida de quem amamos.

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Em entrevista à CBN Joinville nesta terça-feira (2), a psiquiatra Maria Aparecida Fontana disse que durante a pandemia muitas pessoas estão tendo ainda mais dificuldade por não conseguir se despedir de seus entes queridos.

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– O luto nesse momento de pandemia se torna muito mais doloroso e difícil por que a despedida ajuda a elaborar a partida e isso não está acontecendo em muitos casos – destaca.

A especialista também falou sobre como aceitar com mais tranquilidade uma perda. Segunda ela algo que pode ser muito produtivo é relembrar bons momentos e caso se sinta culpado, se perdoe.

Ouça a entrevista completa:

nsctotal · Notícia na Manhã – Entrevista Maria Aparecida – Luto – 2 De Novembro