Saiba onde se vacinar contra sarampo em São José

Unidades básicas e pontos estratégicos vão atender a população também no sábado (15), dia D contra a doença. 

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Campanha nacional vai até 13 de março (Foto: Divulgação)

Até 13 de março, a população com idades entre 6 meses e 49 anos pode receber a vacina contra o sarampo em todas as unidades básicas de saúde de São José. Desde esta segunda-feira (10), as vacinação é feita das 8h às 17h. No sábado, Dia "D" contra o sarampo, a vacina será aplicada em algumas unidades básicas e em pontos estratégicos do município.

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Para atender quem trabalha em horário comercial, no sábado, das 8h às 17h, serão aplicadas todas as vacinas do calendário nacional de vacinação, mas o foco maior é sarampo e febre amarela, além da atualização da caderneta de vacinação.

Conforme a gerente de imunização de São José, Iula Bastos, a preocupação é evitar que, associado a outras doenças, o sarampo se torne um problema grave.

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– No ano passado, São José teve sete casos confirmados de sarampo. Este ano, a gente percebe que o vírus continua circulando. Temos alguns casos sob investigação. O que é mais grave é se a pessoa já tem alguma doença ou nas crianças – explicou.

O serviço será oferecido nas unidades básicas de saúde dos seguintes bairros: Bela Vista, Serraria, Ceniro, Sede, Barreiros, Ipiranga, Forquilhas e Forquilhinha

Haverá vacinação também no Giassi Areias, das 9h às 17h e nos shoppings Continente e Itaguaçu, das 10h às 18h. A Policlínica de Campinas, que, temporariamente, funciona na Avenida Josué Di Bernardi, também oferece a vacina das 8h às 17h.

Para se vacinar, crianças e adolescentes até 15 anos, devem levar a caderneta de vacinação. Pessoas acima dessa idade, podem levar o cartão nacional de vacina e um documento de identificação com foto.

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A nova unidade básica de saúde Serraria passou o oferecer também nesta segunda testes rápidos de HIV, sífilis e hepatites B e C. O serviço é gratuito e está disponível das 7h às 19h.

– A gente tem um aumento muito grande das hepatites, mas principalmente de sífilis. Isso nos preocupa por conta da sífilis congênita, que é a que a mãe passa para o bebê – afirmou.