Uma tentativa de acariciar um tubarão-branco selvagem quase terminou em acidente durante uma expedição de pesca nos Estados Unidos. Identificada apenas como Jen, uma mulher estendeu a mão para tocar no animal, que estava na superfície da água, ao lado de uma embarcação. Em seguida, o predador virou a cabeça bruscamente e avançou na direção dela. O momento foi registrado em vídeo e divulgado pela organização Knot Lucky Fishing.
A cena ocorreu nas proximidades da ilha de Tybee, na costa da Geórgia, durante uma atividade de captura, marcação e soltura de tubarões. Nas imagens, Jen se inclina para fora do barco e aproxima a mão do animal. A reação é rápida: o tubarão se debate e avança, enquanto as pessoas a bordo se movimentam diante do susto. A mulher consegue recolher o braço, e o vídeo não mostra ferimentos.
A great white shark surfaced alongside a fishing boat and lunged towards a woman’s arm. https://t.co/REq8EBIzge https://t.co/BRahhhR9Ps
— California Post (@californiapost) October 28, 2026
Organizador relata reação inesperada do animal
Jimmy Armel, fundador da Knot Lucky Fishing, comentou o episódio nas redes sociais. Segundo ele, Jen já era uma participante experiente das expedições, mas o comportamento do tubarão mudou de forma repentina.
“Em um segundo, Jen, uma de nossas veteranas, está colocando a mão em um tubarão-branco selvagem como se ele fosse o cachorro da família. No seguinte, o tubarão se vira bruscamente e avança em direção a ela”, escreveu Armel.
O organizador afirmou que a equipe mantinha o controle da situação e que a participante não esteve em perigo imediato. Ainda assim, o movimento do animal surpreendeu quem estava na embarcação.
Expedição marca tubarões-brancos para acompanhar deslocamentos
A atividade fazia parte de um programa de monitoramento de tubarões-brancos conduzido pela Knot Lucky Fishing em parceria com Star brite, Project SeaSafe e Gray FishTag Research. A iniciativa busca reunir informações sobre os deslocamentos dos animais e também promove passeios de pesca gratuitos para veteranos militares, integrantes da ativa das Forças Armadas e seus familiares.
De acordo com Armel, cada tubarão marcado pelo programa recebe o nome de um militar morto em serviço. Até o momento mencionado pelo organizador, a equipe havia instalado dispositivos de rastreamento em dez animais e esperava encontrar outros durante o período em que os tubarões-brancos retornam à região, no inverno do Hemisfério Norte.
O tubarão que aparece no vídeo, no entanto, foi solto sem receber o dispositivo. Segundo Armel, a equipe não encontrou condições seguras para realizar a marcação e decidiu não insistir no procedimento, priorizando a segurança dos participantes e do próprio animal.
