Tubarão lidera ranking de segurança entre as maiores cidades do Sul de SC, aponta Atlas da Violência

Levantamento do Ipea e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que município registrou 5,2 homicídios por 100 mil habitantes, índice inferior ao de Criciúma e entre os menores de Santa Catarina

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Tubarão registrou a menor taxa de homicídios entre os principais municípios do Sul catarinense, segundo o Atlas da Violência 2026 (Foto: Prefeitura de Tubarão, Reprodução)

Tubarão é a cidade mais segura entre os principais centros urbanos do Sul de Santa Catarina quando o assunto é violência letal. Dados do Atlas da Violência 2026, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), apontam que o município registrou taxa estimada de 5,2 homicídios por 100 mil habitantes.

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O indicador é o menor entre as cidades de maior porte da região e fica abaixo do registrado em Criciúma, que apresentou taxa de 7,5 homicídios por 100 mil moradores. O levantamento reúne registros oficiais de mortalidade do Ministério da Saúde e estimativas de homicídios ocultos.

Entre os destaques de Santa Catarina

No cenário estadual, Tubarão aparece na terceira colocação entre os municípios catarinenses com mais de 100 mil habitantes. Apenas Jaraguá do Sul (2,0 homicídios por 100 mil habitantes) e Brusque (2,6) registraram índices menores.

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O município também ficou à frente de cidades como Blumenau (5,8), Joinville (8,1) e Florianópolis (9,7). Em números absolutos, Tubarão contabilizou seis homicídios em 2024, segundo os dados utilizados pelo estudo.

Santa Catarina manteve a menor taxa de homicídios estimados do país, com 8,8 mortes por 100 mil habitantes, conforme o Atlas da Violência.

Relatório aponta mudanças no perfil da criminalidade

Embora destaque os baixos índices de violência letal em Santa Catarina, o Atlas da Violência alerta para mudanças no perfil da criminalidade em todo o país. Entre os principais desafios apontados estão o crescimento dos golpes e estelionatos praticados no ambiente digital e a necessidade de fortalecer as políticas de enfrentamento à violência doméstica e intrafamiliar.