Venda de carne vencida em SC: dois são presos em nova fase da Operação El Patrón

Eles tentaram coagir pessoas e atrapalhar as investigações, segundo a Polícia Civil

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A carne vencida era vendida em churrascarias que cobravam R$16,99 pelo espeto corrido (Foto: Patrícia Silveira, NSC TV)

Outros dois homens foram presos na segunda fase da segunda da Operação Él Patrón por participar do esquema que vendia carne vencida para churrascarias de Santa Catarina. A ação é da Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC).

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Os materiais apreendidos no dia 29 de janeiro foram analisados e a participação de outros integrantes do esquema foi descoberta. Um outro funcionário da empresa responsável por fazer a retirada da carne vencida dos supermercados é suspeito de coagir pessoas com o objetivo de comprometer a investigação da Polícia Civil

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Além disso, um dos funcionários que já havia sido alvo da operação na primeira fase e estava utilizando tornozeleira eletrônica também tentou coagir pessoas e comprometer a apuração dos fatos. Os dois foram presos pela Polícia Civil em Itajaí na tarde de sexta-feira (5).

Carne vencida virava espeto corrido

Funcionários de uma empresa responsável por retirar carnes vencidas de supermercados e vender o produto para churrascarias de Santa Catarina foram descobertos em uma operação deflagrada pela Polícia Civil de Itajaí na manhã do dia 29 de janeiro.

> Como funcionava o esquema de venda de carne vencida a churrascarias de SC

Segundo a operação chamada de El Patrón, quatro trabalhadores da empresa eram responsáveis por separar o produto e combinar pontos de entrega com os clientes. A carne, já vencida, era armazenada sem os cuidados necessários e transportada em veículos impróprios para este tipo de alimento.

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Os funcionários estão respondendo por furto qualificado, receptação qualificada, crime contra a relação de consumo, por reinserir no mercado produtos impróprios para consumo humano.