Vídeo mostra progresso da pavimentação em obra de área de escape na Serra Dona Francisca

Secretaria da Infraestrutura e Mobilidade afirma que obra está "rigorosamente dentro do cronograma"

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Serviços ocorrem em dois trechos da Serra Dona Francisca (Foto: Jonatã Rocha, Secom, Divulgação)

As obras de construção das áreas de escape da Serra Dona Francisca seguem a todo vapor. Nesta terça-feira (3), o serviço iniciou em um dos trechos mais íngremes e de maior fluxo de veículos pesados da rodovia, no Km 17. Já os trabalhos no Km 15 estão em estágio adiantado.

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Conforme a Secretaria da Infraestrutura e Mobilidade (SIE), a intervenção na SC-418 integra o conjunto de melhorias estruturais voltadas ao aumento da segurança viária na região Norte do Estado. A secretaria ainda afirmou que a obra está “rigorosamente dentro do cronograma”.

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Áreas de escape em SC

A Serra Dona Francisca é um dos principais corredores logísticos do Norte catarinense, ligando o Planalto Norte ao litoral e ao Porto de São Francisco do Sul, com tráfego diário expressivo de caminhões, conforme levantamento da SIE.

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Em descidas prolongadas, falhas no sistema de freios de veículos pesados estão entre os principais fatores de risco para acidentes graves. Por isso, as estruturas dos quilômetros 15 e 17 representam um avanço histórico na política de segurança rodoviária do Estado.

— Essas áreas de escape representam um avanço histórico para Santa Catarina. Estamos falando de estruturas que salvam vidas, especialmente de caminhoneiros que enfrentam uma serra longa e exigente. É um investimento em engenharia, mas principalmente em prevenção de acidentes e proteção das pessoas — afirma o secretário da Infraestrutura e Mobilidade, Jerry Comper.

Como serão as áreas de escape

As duas estruturas seguem padrões de engenharia adotados em rodovias de serra com tráfego intenso de cargas e incluem:

  • Pista de acesso pavimentada, permitindo a entrada controlada de veículos em situação de emergência;
  • Leito de desaceleração com material granular de alta resistência ao rolamento, projetado para reduzir gradualmente a velocidade de caminhões com falha nos freios;
  • Sistema de drenagem profunda e superficial, garantindo desempenho adequado mesmo em períodos de chuva intensa;
  • Dispositivos de contenção lateral, para evitar saída involuntária de veículos da caixa de escape;
  • Sinalização vertical e horizontal específica, além de placas de orientação antecipada ao longo da descida da serra;
  • Área de estabilização ao final do leito de frenagem, destinada à parada total e segura do veículo;
  • O dimensionamento das áreas considera fatores como declividade do trecho, velocidade média dos veículos pesados, volume de tráfego e extensão da rampa de descida, parâmetros fundamentais para garantir eficiência na desaceleração.

Confira como estão os trabalhos na obra