Zé Gotinha explica seis razões para vacinar crianças e adolescentes; assista

Campanha de multivacinação começa nesta segunda (5) em todo o país

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Zé Gotinha explica motivos para vacinar crianças e adolescentes (Foto: Reprodução, Dive)

Começam nesta segunda-feira (5) as campanhas nacionais de vacinação contra a poliomielite e de multivacinação para atualização da caderneta das crianças e adolescentes. O dia “D” para ambas será no dia 17 de outubro em todo país. As duas campanhas vão até dia 30.

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Na vacinação contra a poliomielite, o alvo são crianças com idades entre um ano e menos de cinco (4 anos, 11 meses e 29 dias). São 342.285 crianças em Santa Catarina. 

O objetivo desta campanha é reduzir o risco de reintrodução do poliovírus selvagem no país. E, para isso, a meta é vacinar, ao menos, 95% deste público, ou seja, 325.684 crianças no Estado.

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Zé Gotinha explica seis motivos para vacinar crianças e adolescentes:

Já a campanha de multivacinação é focada para crianças e adolescentes com menos de 15 anos (14 anos, 11 meses e 29 dias). Não há uma meta específica. Os principais objetivos desta mobilização são oportunizar o acesso às doses, atualizar a situação vacinal e aumentar as coberturas vacinais.

A gerente de imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, Lia Quaresma Coimbra, esclarece que durante a vigência das campanhas serão oferecidas todas as vacinas do Calendário Básico de Vacinação 2020 da Criança e do Adolescente.

– Com essas campanhas, queremos reduzir ainda mais o risco de transmissão de doenças que podem ser prevenidas com vacinação e evitar o retorno de outras, como o sarampo, por exemplo – ressalta.

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No início do mês de setembro deste ano, após 21 semanas sem novos casos, Santa Catarina declarou encerrado o surto de sarampo que havia começado em julho de 2019. A grande participação da população, que aderiu à vacinação , foi essencial para o encerramento do surto.

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O Brasil não detecta casos de poliomielite (paralisia infantil) desde 1990 e em 1994 recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) a Certificação de área livre de circulação do poliovírus selvagem do seu território. 

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Em Santa Catarina, os últimos registros da doença foram em 1989. No entanto, os esforços ainda precisam ser mantidos, com a imunização de todas as crianças, para que o Brasil continue livre da doença.

Prevenção ao coronavírus

Devido a pandemia do coronavírus, os 295 municípios catarinenses foram orientados a reforçar as medidas de prevenção em todas as salas de vacinação durante o período de realização das campanhas. Desta forma, a higienização, a ventilação dos espaços e o distanciamento social deverão ser respeitados, da seguinte forma:

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– As vacinas devem ser aplicadas em áreas bem ventiladas e desinfetadas com frequência;

– As salas de vacinação devem disponibilizar álcool em gel ou local para que a população possa lavar as mãos;

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– Os familiares que acompanham a pessoa que será vacinada deverá ser limitado em um acompanhante;

– Pessoas com suspeita ou confirmação de coronavírus devem adiar a vacinação até, pelo menos, três dias depois do desaparecimento dos sintomas, com tempo mínimo de isolamento de 14 dias do início dos sintomas.

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Vacinas oferecidas na campanha

As doses que serão oferecidas são as que fazem parte do Calendário Básico de Vacinação 2020 da Criança e do Adolescente:

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Febre amarela

Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola)

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dT (difteria e tétano)

Meningocócica ACWY (doença meningocócica ACWY)

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HPV quadrivalente (HPV tipos 6, 11, 16 e 18)

Poliomielite

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BGC (formas graves de tuberculose)

Hepatite B

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Pentavalente (tétano, difteria, coqueluche, Haemophilus influenzae b e hepatite b)

Rotavírus (diarreia por rotavírus)

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Pneumocócica 10 (doença pneumocócica invasiva para os 10 sorotipos)

Meningocócica C (doença meningocócica C)

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Tetra Viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela)

DTP (difteria, tétano e coqueluche)

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Hepatite A

Varicela (catapora)