De olho no mercado de geradores, Tupy investe para ampliar fábrica em SP

A MWM marcou uma diversificação da atuação da Tupy, tradicional fabricante de componentes estruturais em ferro fundido

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Planta industrial da MWM que fica em Jundiaí (SP) (Foto: Divulgação)

Uma das fábricas da Tupy, a MWM, expandiu a estrutura do centro de distribuição de peças em Jundiaí (SP). A multinacional que nasceu em Joinville ampliou a capacidade do local em 29%. A partir de setembro, a operação passa a contar com 1.328 m² adicionais de área de armazenagem, elevando o espaço total do armazém para 11.253 m².

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A MWM pertence à Tupy desde novembro de 2022, quando a companhia de Joinville concluiu a aquisição da empresa por R$ 855 milhões. O negócio marcou uma diversificação da atuação da Tupy, tradicional fabricante de componentes estruturais em ferro fundido, que passou a ampliar a presença em outras frentes já que a subsidiária fabrica motores e equipamentos para geração de energia.

A operação também atua no mercado de reposição, com peças para motores como filtros, bombas, componentes de injeção e juntas. Outra frente envolve soluções marítimas e tecnologias de descarbonização, com motores e equipamentos preparados para usar combustíveis de menor emissão, como etanol, biometano e biodiesel. Agora, com a ampliação, a companhia prepara para a expansão do portfólio e a maior automação nos próximos três anos.

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Conheça a Tupy, multinacional de Joinville

“A expansão do CDP integra uma agenda mais ampla de crescimento da operação de Distribuição. Estamos ampliando capacidade, incorporando tecnologia e fortalecendo processos para atender nossos clientes com mais eficiência, disponibilidade e agilidade”, afirma Thomas Puschel, Vice-Presidente da Unidade de Negócios Distribuição da MWM.

Local passa por reestruturação

O movimento dá sequência às transformações realizadas no CDP desde 2025. Em fevereiro deste ano, a MWM anunciou a internalização completa da operação, que passou a ser conduzida por colaboradores da companhia, além da reorganização dos fluxos internos, adoção de práticas lean e modernização de processos. Naquele momento, as iniciativas já haviam proporcionado ganhos de até 35% em produtividade.

O investimento em espaço é acompanhado por uma agenda de automação, digitalização e inteligência aplicada à operação. Entre os projetos previstos está a ampliação da automação de processos, com potencial de gerar ganhos de eficiência operacional de até 25%.

A operação também deverá incorporar tecnologias avançadas, incluindo inteligência artificial, para aumentar a robustez dos processos, aprimorar a gestão e otimizar atividades estratégicas.

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A tecnologia deverá contribuir para a evolução da qualidade dos produtos e das entregas aos clientes, conectando a expansão física do CDP a uma transformação mais ampla do modelo operacional da Unidade de Negócios Distribuição.