Conhecida como a fábrica de bilionários de Jaraguá do Sul, no Litoral Norte catarinense, a WEG paga, no próximo mês, mais de R$ 1,7 bilhão aos acionistas referente à participação nos lucros da companhia. Na mesma data, os funcionários da multinacional recebem a Participação no Programa de Lucros (PPR), referentes ao primeiro semestre deste ano, entretanto, os valores destinados aos trabalhadores não foram informados.
Conforme aprovado durante Assembleia Geral Extraordinária, em 19 de dezembro do ano passado, o pagamento dos dividendos aos acionistas foi calculado sobre o saldo das Reservas de Lucros, registrados no Patrimônio Líquido das Demonstrações Financeiras Intermediárias.
A bilionária WEG surgiu em Jaraguá do Sul; veja fotos
Os valores serão pagos em três parcelas anuais, sempre no oitavo mês do ano. A partir disso, em 12 de agosto de 2026 será paga a primeira cota, que soma aproximadamente R$ 1,7 bilhão, com pagamento equivalente a R$ 0,41 por ação aos titulares de ações escriturais em 19 de dezembro de 2025, data que os valores foram auditados.
Funcionários também recebem participação nos lucros da WEG
Na mesma data, em 12 de agosto, os funcionários da multinacional recebem o pagamento do PPR, referente aos lucros da empresa no primeiro semestre de 2026. Os valores, no entanto, não foram oficialmente divulgados pela companhia.
WEG fechou segundo trimestre do ano com lucro
A multinacional de Jaraguá do Sul fechou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 1,55 bilhão, alta de 7% na comparação com o primeiro trimestre do ano, mas pequena queda de 2,1% frente ao segundo trimestre de 2025.
A receita operacional líquida no período atingiu R$ 10,1 bilhões, crescimento de 7,1% em relação ao primeiro trimestre do ano e retração de 0,6% quando comparado ao segundo trimestre do ano passado. Os números foram divulgados pela companhia na manhã da última quarta-feira (22).
Entre abril e junho, a companhia informou ter investido R$ 794,9 milhões em modernização e expansão de capacidade produtiva, máquinas, equipamentos e licenças de uso de softwares.
Deste montante, 44,5% foram aplicados no Brasil, principalmente nas unidades de motores elétricos de baixa tensão. No exterior, houve avanço nos investimentos nas fábricas de transformadores no México, Colômbia e Estados Unidos.
*Sob supervisão de Fernanda Silva
























