Gigante da cerâmica abre nova fábrica em SC que produz quase 10 milhões de m² de revestimentos por mês

Com seis unidades fabris, empresa tem mais de 2 mil funcionários, atende 10 mil clientes e está presente em mais de 50 países

Compartilhe:

Empresa reúne sete marcas de pisos e revestimentos cerâmicos e atende clientes em mais de 50 países (Foto: Carmelo Fior, Reprodução)

A gigante da cerâmica Carmelo Fior, que inaugurou uma nova fábrica em Urussanga, no Sul de Santa Catarina, tem capacidade para produzir 9,7 milhões de metros quadrados de pisos e revestimentos cerâmicos por mês. Com mais de 37 anos de atuação, a empresa conta com seis unidades fabris e atende mais de 10 mil clientes em mais de 50 países.

Continua após a publicidade

A unidade de Urussanga pertencia à Dexco e foi adquirida pela Carmelo Fior por R$ 170 milhões. A nova operação recebeu o nome de Carmelo Fior Porcelanato e tem capacidade para produzir 700 mil metros quadrados de revestimentos por mês, o equivalente a 8,4 milhões de metros quadrados por ano.

A retomada das atividades deve contar com cerca de 180 funcionários. A aquisição inclui o terreno, as instalações e parte dos equipamentos da antiga fábrica.

Continua após a publicidade

Com sede em Cordeirópolis, no interior de São Paulo, a empresa possui unidades fabris também em Nossa Senhora do Socorro, em Sergipe, Goianinha, no Rio Grande do Norte, e Criciúma e Urussanga, em Santa Catarina. A estrutura inclui seis unidades, considerando a matriz e a filial de Cordeirópolis.

O grupo comercializa pisos e revestimentos por meio das marcas Cecafi, Fiorano, Idealle, Arielle, Pisoforte, Realle e Carmelo Fior Porcelanato. A companhia informa ter mais de 2 mil funcionários e uma rede de representantes comerciais.

Fábrica foi comprada por R$ 170 milhões

A venda da unidade de Urussanga foi anunciada pela Dexco pouco mais de dois meses depois da desativação da fábrica. O negócio, fechado por R$ 170 milhões, incluiu o terreno, as instalações e parte dos equipamentos.

Na ocasião, a Dexco informou que receberia o valor total da transação ainda em 2026 e que a negociação não provocaria impactos relevantes nos resultados financeiros da companhia.