Mais de 200 pessoas que compraram apartamentos na recém-inaugurada Torre Sirena, na Praia Brava, em Itajaí, viram a aquisição se tornar um verdadeiro investimento nos últimos anos. Quem adquiriu as unidades na planta pagou cerca de R$ 550 mil. Agora, os imóveis estão avaliados em mais de R$ 2 milhões, uma valorização de 260%.
Santa Catarina domina o ranking dos mercados residenciais mais valorizados do Brasil: quatro das cinco cidades com o metro quadrado mais caro do país estão no estado. Itajaí ocupa a quinta posição e, dentro dela, a Praia Brava já registra imóveis novos acima de R$ 30 mil por metro quadrado. Foi nesse endereço que a Torre Sirena, com Valor Geral de Vendas de R$ 450 milhões, foi entregue na semana passada com 97% dos 232 apartamentos vendidos.
Empreendimento da Lotisa, a Torre Sirena é a segunda entrega do complexo Torres da Brava, que inclui também a Torre Brisa, concluída em 2024, com 142 apartamentos. O conjunto reúne 374 imóveis e dez espaços comerciais, o que faz dele, segundo a Lotisa, o maior complexo da Praia Brava em número de apartamentos.
O novo edifício possui unidades de 83 m² e 110 m², cinco espaços comerciais e áreas comuns com piscinas, academia, quadra esportiva, espaços gourmet e ambientes infantis.

Valorização de 260%
Os apartamentos da Torre Sirena acumularam valorização superior a 260% entre o lançamento, em 2020, e a entrega. Entre os investidores está o empresário Jansen Deleo Cunha Bueno, que já possuía dois apartamentos no Sirena e comprou uma terceira unidade na semana da entrega, todas destinadas à locação:
“Decidimos ampliar o investimento porque confiamos no padrão construtivo do empreendimento e no potencial de valorização da Praia Brava”, afirma.
Situada entre Itajaí e Balneário Camboriú, a Praia Brava reúne cerca de três quilômetros de orla, Mata Atlântica preservada e ondas perfeitas que a tornaram referência no surfe brasileiro. O bairro também concentra gastronomia, comércio, serviços de alto padrão e recebe mais de R$ 200 milhões em obras de mobilidade, entre novos binários e conexões viárias.
“Chegar à entrega com 97% das unidades vendidas, em um projeto dessa escala, mostra que a demanda na Praia Brava não é circunstancial. Ela é sustentada pela escassez de terrenos, pela qualificação urbana do bairro e por um comprador cada vez mais atento à liquidez, à capacidade de execução da incorporadora e à preservação de valor do imóvel ao longo do tempo”, analisa Fábio Inthurn, fundador e CEO da Lotisa.

























