Alunos jogam basquete em cadeira de rodas para aprender sobre inclusão social em Joinville

Projeto em escola municipal contou com a presença de jogador da Seleção Brasileira

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Alunos jogaram basquete em cadeira de rodas em Joinville (Foto: prefeitura de Joinville, Divulgação)

Alunos jogaram basquete em cadeira de rodas em Joinville (Foto: prefeitura de Joinville, Divulgação)

Mais de mil alunos do ensino fundamental e ensino médio da Escola Municipal Professora Anna Maria Harger puderam praticar basquete em cadeira de rodas para aprender sobre a inclusão, nesta terça-feira (20), no bairro Guanabara, em Joinville.

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Alunos jogaram basquete em cadeira de rodas em Joinville

O projeto da prefeitura de Joinville, nomeado Festival Itinerante Paradesportivo, acontece desde 2022 e já atendeu mais de 11 mil crianças, com e sem deficiência. A escola foi a 25ª unidade de educação a receber o evento.

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Rosicler Ravache, coordenadora do Departamento de Paradesporto da Sesporte, explica que o objetivo da ação é fazer com que os alunos aprendam sobre respeito e empatia.

— Esse é o grande objetivo do projeto. É para que eles entendam que uma pessoa com deficiência também precisa ser respeitada — disse Ravache.

Durante as atividades, os alunos puderam praticar basquete em cadeira de rodas. O estudante Carlos Fagundes, de 15 anos, já havia jogado basquete, mas não enquanto estava sentado em uma cadeira de rodas. Ele conta que a experiência foi divertida e que aprendeu sobre inclusão social.

— Ao mesmo tempo que tem que pegar a bola, precisa andar com a cadeira. Achei legal, é bem diferente. Não importa se a pessoa é cadeirante, tem que sempre incluir nas brincadeiras, afinal, é um ser humano — afirma o aluno.

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Para ensinar as crianças a se movimentarem nas cadeiras, os paratletas da equipe Raposas do Sul, de Joinville, Aldo Pavesi, Daniel Ribeiro e Dario Schulz, fizeram demonstrações e participaram das atividades.

— Às vezes a gente peca pela falta do contato, não saber lidar com a pessoa, ficar cuidando demais, e acaba levando para um lado não muito legal. Esse contato desde cedo nas escolas mostra uma visão diferente. Essa ‘sementinha’ plantada pode fazer a diferença lá na frente — comenta o joinvilense Dario Schulz, da Seleção Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas.

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