A bilionária discreta de R$ 26,8 bilhões que poucos brasileiros conhecem

Empresária é apontada como uma das mulheres mais ricas do Brasil e integra uma das famílias responsáveis pela expansão do grupo Votorantim

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A bilionária discreta de R$ 26,8 bilhões que poucos brasileiros conhecem

Maria Helena Moraes Scripilliti é uma das brasileiras mais ricas do país (Foto: Divulgação)

Maria Helena Moraes Scripilliti é uma das brasileiras mais ricas do país, com fortuna estimada em R$ 26,8 bilhões, segundo a Forbes. Discreta, a empresária está ligada à história da Votorantim, um dos maiores grupos empresariais do Brasil, com atuação em setores como cimento, finanças, energia, alumínio, mineração e suco de laranja.

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Maria Helena foi casada com Clóvis Scripilliti, que morreu em 28 de setembro de 2000, aos 74 anos. Ao lado do marido, ela integrou uma das famílias responsáveis pela consolidação e expansão da Votorantim, conglomerado de capital fechado com mais de 100 anos de história e presença em 19 países.

O casal teve quatro filhos. Entre eles estão Clóvis Ermínio Moraes Scripilliti, que atuou como vice-presidente do Grupo Votorantim, e Regina Helena Velloso, nome ligado tanto à governança familiar quanto à filantropia. Os outros dois filhos não tiveram os nomes divulgados publicamente.

Regina Helena Velloso presidiu a Associação de Assistência à Criança com Deficiência entre 2015 e 2018 e também ocupa posição de destaque na estrutura familiar da Votorantim. Atualmente, ela atua como presidente do Conselho de Família Votorantim, responsável por discutir diretrizes relacionadas à Hejoassu, holding controladora do grupo.

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Em entrevista ao Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), Regina falou sobre a importância da atuação social e da filantropia. “Façam coisas que façam a diferença, mesmo que seja na casa de vocês, na residência de vocês”, afirmou.

A empresária também já comentou sobre a preparação dos herdeiros para a continuidade dos negócios. Em evento do Seminário LIDE, em São Paulo, contou que a sucessão familiar começou a ser trabalhada ainda na infância. “Começamos a trabalhar a sucessão familiar aos cinco anos de idade”, disse.

*Com informações da Forbes

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**Sob supervisão Pablo Brito