A tão esperada batalha por Batanga começa a ser exibida no capítulo desta terça-feira (03/11) de A Nobreza do Amor, que exibe nesta reta final seus últimos capítulos. Jendal (Lázaro Ramos) organiza o exército batangue e os soldados ingleses de um lado, enquanto Zambi (Bukassa Kabenguele) comanda os soldados da resistência, ao lado de Tonho (Ronal Sotto), Omar (Rodrigo Simas), a rainha Niara (Erika Januza) e a rainha Menemi (Taís Araújo).
Durante a batalha, Menemi e Niara lutarão lado a lado. Quem também entra na guerra é Kênia (Nikolly Fernandes), quem tem um reencontro emocionante com Jendal e é questionada pelo tirano por lutar contra o próprio pai. A resistência também terá baixas com Ladisa (Rita Batista) sendo ferida.
Omar consegue o que queria desde sempre. O príncipe turco fere Jendal e se vinga pela morte de seu pai. Depois disso, Jendal foge para o palácio e Tonho e Omar vão atrás dele. Tonho consegue chegar ao palácio e libertar Alika (Duda Santos).
Tonho, Omar e Alika vão atrás de Jendal e o acerto de contas final acontece no pátio do baobá. Jendal fere Alika, mas acabará morto pela adaga do reio Chaka, que está fincada na árvore e nunca ninguém conseguiu retirar de lá. Até a chegada de Tonho, que se mostra um verdadeiro do rei Chaka.
A TV Globo não divulgou o resumo dos capítulos finais de A Nobreza do Amor, mas outros sites já publicaram que Jendal morre no final e Alika e Tonho sobrevivem, ao lado de todos da resistência.
A Nobreza do Amor: quem são os autores da novela e o que já escreveram na Globo
Produzida nos Estúdios Globo, ‘A Nobreza do Amor’ é uma novela criada e escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., com colaboração de Dora Castellar, Alessandro Marson, Duba Elia e Dione Carlos, pesquisa de Leandro Esteves e assistência de roteiro de Dimas Novais. A obra tem direção artística de Gustavo Fernández, direção geral de Pedro Peregrino e direção de Ricardo França, Mariana Betti e Igor Verde. A produção é de Andrea Kelly, a produção executiva é de Lucas Zardo e a direção de gênero, de José Luiz Villamarim.














