O primeiro desfile da Oktoberfest Blumenau 2026 colocou lado a lado estreantes e veteranos na Rua XV de Novembro na noite desta quarta-feira (7). Entre as milhares de pessoas que acompanharam a passagem dos grupos, havia quem estivesse vendo tudo pela primeira vez, quem finalmente tivesse decidido desfilar e quem já tivesse a tradição de outubro incorporada à rotina há décadas.
Na 41ª edição da festa, a rua reuniu histórias diferentes, mas com um ponto em comum: o encanto pelo desfile que transforma o Centro de Blumenau em um dos principais cenários da Oktoberfest (veja fotos abaixo).
Fotos do 1º desfile da Oktoberfest Blumenau 2026
Luciano da Costa nasceu em Blumenau e há duas décadas desfila levando o som do sousafone. Mesmo depois de tantos anos, mantém a rotina de ensaios, especialmente quando outubro se aproxima. O repertório também é especial para a Oktoberfest — e há uma música que sempre faz sucesso entre os foliões.
“A preferida, com certeza, é Barril de Chope”, garante.
Luan Haendch também tem experiência quando o assunto é desfile. Há 13 anos, ele integra o grupo responsável por carregar as bandeiras oficiais dos estados brasileiros. A participação que se repete ano a ano tem um motivo: a Oktoberfest faz parte da vida dele desde a infância.

“A gente acompanha a Oktoberfest desde pequeno. Todos aqui somos de grupos folclóricos”, conta.
Na contramão da experiência de Luciano e Luan, Maria Pavretto estreou no desfile nesta quarta-feira. Apesar da timidez, mostrou que estava preparada para a coreografia do Bretzelwagen, o carro do bretzel, uma das novidades da edição deste ano. Maria, inclusive, ajudou na pintura da atração.

Ela, porém, não era a única novata na Rua XV de Novembro. O suíço Alain Moret nunca tinha assistido a um desfile e tampouco conhecia a Oktoberfest. Neste ano, no Brasil com a família, que é do país, ele mesmo propôs uma visita a Blumenau para viver a experiência.
O balanço dos pés denunciava a aprovação. “É diferente, mas a alegria é contagiante”, afirmou, sem tirar os olhos dos grupos que cruzavam a Rua XV de Novembro. O próximo passo, contou a esposa, era conhecer os pavilhões da Vila Germânica.

















