Alanis Guillen, que interpretou Lorena em Três Graças, foi alvo de críticas do próprio irmão após participar de um vídeo de artistas publicado pelo perfil Mídia Ninja, no Instagram. A publicação reuniu nomes da classe artística que demonstraram apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição.
Marcello Guillen deixou comentários na publicação criticando a participação da irmã. Em uma das mensagens, ele escreveu “que m****”. Em outra, afirmou ser “triste e cômico” ver artistas preocupados em “agradar o sistema” para garantir novos trabalhos.
“Muito triste e cômico o Brasil ladeira abaixo, supermercado caríssimo e alguns artistas preocupados em agradar o sistema e garantir o próximo papel. Viva Juliano Cazarré, Humberto Martins e Regina Duarte ou qualquer outra que teve coragem de se posicionar contra esse desgoverno e esse sistema maldito”, escreveu.
A declaração que mais repercutiu, no entanto, foi uma referência ao pai de Alanis e Marcello. Em um dos comentários, o empresário afirmou que Fúlvio Caratella “está se revirando nas cinzas” diante do posicionamento político de Alanis Guillen.
Fúlvio morreu em outubro de 2024, vítima de leucemia. Na época, Alanis revelou que havia sido doadora compatível e realizado um transplante de medula óssea para tentar ajudar o pai. A doença, porém, evoluiu e ele não resistiu. Em 2025, a atriz relembrou o período durante participação no Conversa com Bial e contou que o transplante não havia apresentado o resultado esperado.
Após os comentários repercutirem entre os fãs da atriz, Marcello publicou um pedido de desculpas nos stories do Instagram. Ele afirmou que estava sendo criticado por seguidores de Alanis e reconheceu que havia feito uma “fala infeliz”.
“Estou sendo atacado por vários perfis de fãs da minha irmã. Eu deixo aqui um pedido de desculpas pela fala infeliz que tive. Nunca fui extremista, nunca defendi autoritarismo, mas minha posição é que não apoio, nem nunca apoiei, esse que tá no poder e não vou mudar ou entrar em contradição pra agradar a militância”, escreveu.
O pai da atriz, Fúlvio Caratella, era músico e engenheiro civil e também atuava como baixista na banda paulistana Kaleidoscope.
