A influenciadora e vencedora do MasterChef 2021, Isa Scherer, relatou momentos de pânico durante um incêndio enquanto estava hospedada com a família em uma casa em Florianópolis, na segunda-feira (29). A chef de cozinha, que é catarinense, contou que viveu “um dos dias mais assustadores da minha vida”, mas que os integrantes da família já estão em segurança.
Isa Scherer conta que estava com o marido, Rodrigo Calazans, os filhos, Bento e Mel, tios e um primo na hospedagem. O incêndio teria iniciado ainda de madrugada, em uma churrasqueira que teria ficado com resquícios de carvão de um churrasco feito durante o dia.
— Eu estava dormindo e umas três da manhã, o Pequeno acordou porque sentiu um cheiro de churrasco, mas a gente tinha feito churrasco, e não conseguiu voltar a dormir. Meu tio estava ansioso e não conseguia dormir. Às 5h da manhã ele saiu do quarto e viu que a casa estava completamente tomada por fumaça — lembrou.
Isa, então, contou que o tio começou a gritar que a casa estava pegando fogo e uma “operação” de resgate iniciou-se para a segurança das crianças. Enquanto Rodrigo carregava Bento, Isa pegou Mel para sair da casa.
— Sei que peguei a Mel e o meu celular. Eu estava de calcinha! Peguei o short no chão e saí correndo. Quando abri a porta do quarto, que estava no andar de cima e o fogo estava embaixo, não dava para ver nada. Era fumaça preta e um cheiro bizarro de queimado. Saí correndo da casa. Saí de calcinha. Não sei nem como consegui lembrar de pegar o short — disse.
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Incêndio na churrasqueira
Ela lembra que não tinha mais fogo na churrasqueira logo após o churrasco no almoço, mas que havia muito carvão na estrutura, que era de madeira.
— A nossa sorte é que do lado desta churrasqueira tem uma cortina. Toda a noite a a gente fechava a cortina para dormir. Anteontem a noite, a gente deixou ela meio que aberta, sem querer. Então quando começou a pegar fogo, não foi para a cortina. Se tivesse ido para a cortina ia ser muito mais grave, não se alastrou muito — disse.
Isa também mostrou o filho no carro do Corpo de Bombeiros e disse que a parte mais difícil foi “segurar o choro e fingir que estava tudo bem para as crianças”.
— Graças a Deus foi tudo controlado e a gente conseguiu voltar para pegar as coisas e nossas malas para ir embora. Mas se acontecer uma coisa dessas, larga tudo.Bem material a gente recupera, mas a vida não — afirmou.





