O destino brasileiro que muda de cara duas vezes por ano

Descubra por que o verão amazônico revela as melhores paisagens e experiências em Alter do Chão

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Conheça a vila paraense que encanta com praias de rio, floresta alagada e passeios únicos. (Foto: banco de imagens)

Conheça a vila paraense que encanta com praias de rio, floresta alagada e passeios únicos. (Foto: banco de imagens)

Se você pensa em praias paradisíacas e águas cristalinas, Alter do Chão, no Pará, é o destino certo. Mas aqui há um detalhe curioso: o “verão amazônico” – período de seca entre agosto e dezembro – é quando o rio Tapajós recua e forma faixas de areia que dão lugar a praias de rio de tirar o fôlego.

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Já no “inverno” (época de chuvas, de janeiro a julho), o rio sobe até sete metros, submergindo as praias e revelando uma paisagem completamente diferente. E é justamente essa dualidade que faz de Alter do Chão um destino único o ano todo.

Por que visitar no verão amazônico

A temporada de seca é a mais procurada pelos turistas, e não é à toa. É nessa época que surgem as famosas praias de areia branca e águas verdes, como a Ilha do Amor, cartão-postal da região.

Com o rio mais baixo, é possível caminhar por extensas faixas de areia, aproveitar os bares à beira-rio e mergulhar nas águas tranquilas do Tapajós.

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Além disso, o clima mais estável – com sol predominante e poucas chuvas – facilita a realização de passeios, como visitas a comunidades ribeirinhas e trilhas pela floresta.

As vantagens de viajar na cheia

Quem prefere fugir das multidões e economizar deve considerar a época de chuvas. Com menos turistas, os preços de hospedagens e passeios caem, e a experiência se torna mais autêntica.

A grande atração nesse período é a Floresta Encantada, que só pode ser explorada de canoa quando alagada. Navegar entre as árvores, colher frutos e tomar banho no rio são experiências únicas. Outro destaque é o Espaço Caranazal, onde os visitantes podem saborear comidas regionais antes de um mergulho refrescante.

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Jari: o tesouro escondido entre os rios

A apenas 36 km de Santarém, o canal do Jari é um passeio imperdível para quem quer conhecer um lado menos explorado da região. Formado pelo encontro dos rios Tapajós, Arapiuns e Amazonas, o local abriga uma biodiversidade impressionante.

Na cheia, o acesso é mais fácil, permitindo navegar até pontos que, na seca, exigem caminhadas em terrenos alagados. A paisagem muda radicalmente: enquanto no verão as praias dominam, no inverno a água toma conta, criando cenários perfeitos para observação da fauna e flora.

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