ACIC promove ações para a inclusão social de deficientes visuais

A fim de continuar transformando e auxiliando a vida de milhares de pessoas cegas e de baixa visão, a Associação conta com apoio e parcerias de outras instituições e a colaboração da população

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Curso de Consultores de Audiodescrição realizado na ACIC (Foto: Divulgação)

Como uma Organização da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, a Associação Catarinense para Integração do Cego (ACIC) oferece atendimento gratuito a deficientes visuais há 43 anos. Sediada em Florianópolis, a Associação mantém diariamente atendimentos para cerca de 200 pessoas.

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Dessa forma, com a missão de promover a inserção social de pessoas cegas e de baixa visão, a ACIC busca mais independência e autonomia para esses cidadãos que muitas vezes são excluídos da sociedade, por serem discriminados.

Contudo, para cumprir seu propósito de tornar essas pessoas protagonistas da própria vida, a Associação Catarinense para Integração do Cego conta com um time de aproximadamente 50 profissionais, atuando em diferentes áreas.

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O trabalho realizado vai desde cursos de profissionalização até aulas de informática, grupos de apoio e atividades de cultura, esporte e lazer. Ao longo de toda sua história, a ACIC já reabilitou milhares de pessoas no estado, além de pessoas de todo o país e até no exterior.

Para promover seu trabalho com responsabilidade e transparência, a Associação, que é referência no Brasil no que diz respeito ao atendimento de pessoas com deficiência visual, conta com parcerias e o apoio de diferentes organizações.

Assim, por meio de ações e projetos sociais, consegue proporcionar às pessoas cegas e de baixa visão vivências saudáveis e experiências especiais.

Educação, cultura e lazer

Visando desenvolver o potencial de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos, com deficiência visual, a ACIC mantém Centros de Aprendizagem e Desenvolvimento Infantil.

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Nesses centros são ofertados atendimentos de formação conceitual, contação de histórias, psicomotricidade, braile, orientação e mobilidade infantil.

Para adolescentes a partir dos 15 anos, a ACIC conta com o Centro de Reabilitação, Profissionalização e Convivência, onde são oferecidos atendimentos de orientação e mobilidade, escrita cursiva, artesanato, comunicação alternativa, entre outros.

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Nas áreas de cultura e lazer, a Associação desenvolve diversas atividades, com objetivo de promover o acesso de pessoas com deficiência visual a eventos artísticos culturais como teatro, dança e música.

Além das ações programadas e regulares, a ACIC promove os projetos pontuais, que são realizados a partir de parcerias e editais.

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De acordo com a diretoria da Associação, “essas atividades, enquanto potencial instrumento de transformação buscam fortalecer o protagonismo dos sujeitos envolvidos, pois as ações demandam tomada de decisão no exercício de algumas tarefas e superação de desafios, advindos das propostas em movimentarem-se em territórios desconhecidos”.

Entre os projetos, destaca-se o Projeto Adrenalina, que trata-se da prática de esportes de aventura, destinados a pessoas com deficiência visual, como o parapente, rapel e mergulho, que oportunizam experiências que proporcionam a superação de desafios.

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Além deste, outro programa relevante é o Projeto de dança com lira e tecido acrobático, que visa potencializar o processo de inclusão social e desenvolver o protagonismo nas mais variadas situações e espaços sociais.

Ações de apoio ao esporte

Pensando em apoiar as pessoas com deficiência visual também na área dos esportes e na prática de atividades físicas, a ACIC promove aulas de Jiu Jitsu para crianças, adolescentes e adultos.

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Assim, como forma de estimular nos alunos o interesse pelos esportes e gerar comprometimento no equilíbrio, melhorar a coordenação motora e a agilidade, as aulas trabalham controle corporal e postura.

Além disso, a Escolinha de Jiu Jitsu da ACIC trabalha para gerar confiança e auto estima nas pessoas com deficiência visual, que muitas vezes, sentem-se inseguranças na própria locomoção por ter pouca consciência do próprio corpo.

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O respeito e a disciplina também são cobrados pelos professores durante as aulas, dando um senso de humanidade para a prática. Assim, qualidades que surgem da cooperação, parceria e amizade acontecem naturalmente, gerando a socialização e integração das pessoas que fazem parte da Escolinha de Jiu Jitsu da ACIC.

Em 2020, infelizmente, devido ao distanciamento social, imposto pela pandemia do novo coronavirus, muitas atividades precisaram ser interrompidas, mas, o atendimento a milhares de pessoas cegas ou com baixa visão se manteve, apesar da diminuição de recursos.

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Por isso, para que todo esse projeto de transformação social continue.

Colabore com esta causa, apoie ou seja um parceiro da ACIC e ajude milhares de pessoas com deficiência visual a terem uma vida melhor.