Imagine acordar e, no mesmo dia, caminhar por uma trilha em meio à Mata Atlântica, sentir o vento vindo do mar, observar as dunas, praticar uma atividade ao ar livre e terminar a tarde diante de uma paisagem que reúne diferentes ecossistemas. Essa é a geografia do Costao do Santinho, em Florianópolis.
O resort está inserido em uma área de aproximadamente 1 milhão de metros quadrados, com 750 mil metrosquadrados de Mata Atlântica preservada. Mar, praia, costões, dunas, lagoa e floresta formam um território onde a natureza deixa de ser cenário e passa a fazer parte da experiência. É a partir dessa característica que o Costao apresenta o conceito de Santuário da Natureza.
A proposta é simples de entender, mas ampla na prática: permitir que quem chega ao resort possa viver a natureza, conhecer melhor o território e compreender a importância de preservá-lo.
Onde diferentes ecossistemas se encontram
A localização ajuda a explicar a singularidade do lugar. No mesmo território estão ambientes que, em muitos destinos, são visitados separadamente. No Costao, eles fazem parte de uma mesma paisagem.
A Mata Atlântica encontra as dunas. As dunas chegam à praia. O mar se encontra com os costões. A lagoa completa esse mosaico. Entre esses ambientes, circulam diferentes espécies de fauna e flora. Para o hóspede, isso se traduz em possibilidades que vão muito além da contemplação.
Há trilhas, atividades esportivas, experiências de aventura, momentos de bemestar e espaços para simplesmente desacelerar. Crianças podem descobrir novos elementos da natureza. Famílias encontram oportunidades de conexão. Esportistas aproveitam o território para se movimentar.
E quem procura descanso pode encontrar na paisagem um convite à contemplação.
— Percebemos uma mudança importante no comportamento dos hóspedes. As pessoas querem viajar, descansar e se divertir, mas também querem ter uma relação mais verdadeira com o lugar que estão visitando. Existe uma busca por experiências que tenham significado. O Santuário da Natureza nasce desse encontro entre aquilo que o território oferece e aquilo que o hóspede espera viver — explica Daniela Rocco, diretora Comercial e de Marketing do Costao do Santinho.
Uma reserva particular criada em 1999
No coração dessa relação com o território está a Reserva Particular do Patrimônio Natural Morro das Aranhas (RPPN), criada em 12 de maio de 1999. A reserva é um dos principais símbolos do compromisso do Costao com a conservação. Sua existência garante a proteção permanente de uma área de Mata Atlântica e ajuda a preservar a biodiversidade de uma região que também convive com o crescimento urbano de Florianópolis.
A RPPN representa uma escolha de longo prazo: manter protegido um ambiente natural para que ele continue existindo e possa ser conhecido pelas próximas gerações.
Para o Costao, essa responsabilidade está diretamente ligada à própria atividade turística.
— Quando falamos em sustentabilidade, estamos falando também de legado. Temos um patrimônio natural que precisa ser cuidado hoje para continuar existindo amanhã. A conservação não pode ser pensada apenas como uma ação pontual. Ela precisa fazer parte das decisões, da operação e da forma como nos relacionamos com o território — afirma Cleiton Tabalipa, copresidente Administrativo e Financeiro do Costao do Santinho.
Conhecer para criar conexão
A experiência proposta pelo Santuário da Natureza também passa pela educação ambiental. A ideia é aproximar o visitante da biodiversidade de forma leve, sensorial e acessível. Ao conhecer uma trilha, observar a vegetação ou perceber a presença de diferentes espécies, o hóspede passa a enxergar aquele ambiente de outra maneira. A paisagem deixa de ser apenas bonita e ganha contexto, história e significado.
Esse contato pode acontecer de diferentes formas e em diferentes ritmos. Não é preciso ser um especialista em natureza para perceber a riqueza do território.
— Queremos que o hóspede se sinta parte desse lugar. Que ele possa descobrir, experimentar, perguntar, observar e levar consigo uma percepção diferente sobre a natureza. Quando existe conexão, fica mais fácil entender por que preservar é tão importante — diz Daniela.
Experiência começa antes e continua depois da hospedagem
O conceito de Santuário da Natureza reúne, portanto, três movimentos: viver, conhecer e preservar.
Viver é experimentar o território com os sentidos, seja em uma trilha, no mar, nas dunas, durante uma atividade esportiva ou em um momento de descanso. Conhecer é entender que aquela paisagem abriga diferentes ecossistemas, espécies e histórias. Preservar é reconhecer que esse patrimônio natural precisa permanecer disponível para o futuro.
No Costao do Santinho, essas três dimensões fazem parte de uma mesma proposta de hospitalidade. A natureza está presente na aventura e no descanso, no movimento e na contemplação, na descoberta das crianças e na experiência das famílias. É uma forma de receber em que o destino não termina nas portas do resort.
Ele começa muito antes — no mar, nas dunas, nos costões e na Mata Atlântica — e continua na relação que cada visitante constrói com esse território. No Costao, viver a natureza é sentir, conhecer é criar conexão e preservar é deixar um legado.



