Missões humanitárias e ensino de excelência são pilares da Medicina na UniSul

Estudante Gabriela Guglielmi se formou em 2024 e é um exemplo da qualidade de ensino

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Missão humanitária na África (Foto: Inspirali/Divulgação)

Com uma sólida experiência e reputação acadêmica em Santa Catarina, o curso de Medicina da UniSul possui 25 anos de história. Ao longo dessa trajetória, os estudantes que carregam o diploma da instituição garantem também uma formação técnica sólida e aliada à vivência humana. Desde os primeiros semestres, eles têm a oportunidade de unir a experiência prática com a teórica, tornando-se profissionais capacitados para lidar com os desafios da rotina. 

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Gabriela Guglielmi, formanda de 2024, é um exemplo do impacto que a instituição pode ter na vida dos alunos, tanto na trajetória acadêmica quanto na prática humanitária. A médica sempre teve o sonho de estudar na UniSul, e durante a formação, se engajou nas experiências que o curso a trouxe. 

— Ao longo dos seis anos de formação, vivi uma trajetória acadêmica marcada por um conhecimento consolidado e experiências enriquecedoras, frutos de um corpo docente altamente qualificado e de uma universidade que oferece grandes oportunidades. Hoje, enquanto médica, carrego comigo não apenas o conhecimento científico e técnico da área, mas também os valores que moldam quem sou, tanto como profissional quanto como ser humano — conta a egressa.

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Segundo Gabriela,a graduação a preparou para enfrentar desafios reais da profissão. Ainda, a UniSul oferece uma estrutura moderna, com laboratórios de alta tecnologia e parcerias com hospitais e unidades de saúde, o que contribui para a formação de profissionais de excelência. 

Experiência nas missões humanitárias

A formação de Gabriela foi marcada pela participação nas missões humanitárias que, em parceria com a Inspirali, integram o currículo da Universidade — Missão Amazônia, Missão África e Missão Rio Grande do Sul. Em cada uma delas, a estudante pôde ter experiências fora da própria rotina, que marcaram profundamente a formação.

— Essas Missões foram transformadoras. Elas me ensinaram a compreender as realidades únicas de cada indivíduo e a oferecer um cuidado mais humano e personalizado às pessoas —, relembra Gabriela. 

A médica conta que, durante as missões, os desafios eram muitos: desde atuar em áreas remotas com recursos limitados, até lidar com as diferentes culturas e necessidades específicas de cada população.

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A Missão Amazônia, por exemplo, levou estudantes e professores a regiões ribeirinhas isoladas, em que o acesso à assistência médica é limitado. Os atendimentos variavam entre consultas básicas até ações de saúde preventiva, como vacinação e orientações sobre higiene.

Um aprendizado para toda a vida

Além dos desafios técnicos, as missões foram oportunidades para crescer o lado pessoal. Gabriela destaca como as experiências reforçaram a capacidade de adaptação e resiliência da estudante, características essenciais para a prática profissional. 

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Antes de embarcar, os estudantes recebem treinamentos técnicos e culturais para compreender melhor as necessidades das comunidades que irão atender. Já durante as ações, eles são estimulados a trabalhar em equipe, além de praticarem habilidades como liderança e empatia. 

O compromisso com a formação ética e comunitária

Ao longo de 25 anos, o curso de Medicina da UniSul tem impactado não apenas seus estudantes, mas também as comunidades onde atua. Com parcerias em mais de 60 unidades de saúde e hospitais em Santa Catarina, a universidade contribui para a melhoria da qualidade de vida na região, formando profissionais capacitados para atender às demandas locais e nacionais.

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Rodrigo Dias Nunes, Diretor de Extensão Curricular, Extra-curricular e Travessia Humanitária da Inspirali, ressalta que além da questão da saúde, com os atendimentos voluntários, através dos projetos de extensão e com as Missões Amazônia, Sertões, Jequitinhonha e África leva-se um pouco de conforto para estas comunidades. Além de se entregarem ao máximo durante esta viagem. Os estudantes atuam, de forma consciente e supervisionada, em uma realidade totalmente diferente daquela que vivenciam nas universidades e recebem preparo para prestar este atendimento humanizado e comprometido para o maior número de pessoas possíveis

“Na Missão África, por exemplo, para muitos, o nosso atendimento médico será o único que terão ao longo da vida. No Brasil, temos algo que faz toda a diferença: o SUS. Nas missões que realizamos aqui, por mais desafiador que seja, a população tem acesso a medicamentos e exames. Em Benin, as pessoas nascem e morrem sem qualquer registro dessas informações. Não adianta prescrever uma receita para continuidade de medicação, pois não têm dinheiro ou acesso para comprar. Muitas doenças poderiam ser resolvidas com uma boa alimentação ou simplesmente bebendo água, mas lá eles não têm esses recursos básicos”, relata. 

Para saber mais sobre o curso de Medicina da UniSul, acesse o site da Instituição.