As primeiras movimentações de máquinas na Beira-Mar Norte marcam o início de uma das maiores intervenções urbanas da história recente de Florianópolis. Com investimento integral da iniciativa privada, estimado em R$ 350 milhões, o Parque Urbano e Marina Beira-Mar Norte entra na fase de execução sem custos para os cofres públicos e com impacto direto na economia da Capital.
Além de transformar a paisagem da cidade, o empreendimento deve gerar mais de 2 mil empregos diretos e indiretos ao longo da implantação, movimentando setores como construção civil, comércio, serviços, turismo e atividades ligadas à economia do mar. A expectativa é que o projeto também impulsione novos investimentos e fortaleça o potencial econômico da Região.
— Mais do que uma obra de infraestrutura, este é um investimento no futuro de Florianópolis. O empreendimento fortalece a economia da Capital ao gerar empregos, atrair investimentos e ampliar a capacidade da cidade de receber turistas e novos negócios — relata Juliano Richter Pires, secretário de Turismo, Desenvolvimento Econômico e Inovação.
Um espaço pensado para as próximas gerações
O projeto prevê a implantação de aproximadamente 140 mil m² de áreas públicas destinadas ao lazer, ao esporte e à convivência. Entre os equipamentos estão playgrounds, academias ao ar livre, quadras esportivas, pista de esportes radicais em padrão olímpico, pet place, arquibancadas, quiosques, espelho d’água interativo e amplas áreas verdes.
A marina terá capacidade para mais de 600 embarcações e será integrada a operações de gastronomia, comércio, entretenimento e serviços, fortalecendo o turismo náutico e ampliando as opções de uso da orla.
Nesta etapa inicial, cerca de 300 m³ de material são lançados diariamente para a formação da base estrutural do aterro. O cronograma prevê aproximadamente dois anos e meio para a conclusão da primeira etapa, que contempla a execução do aterro, dos principais equipamentos públicos e da jardinagem.
O projeto também conta com a reforma do trapiche existente, com vagas para uso público e integração ao transporte náutico, além da preparação da infraestrutura viária para futura conexão com o sistema de BRT. Durante toda a execução, medidas de controle ambiental, como a instalação de cortinas de contenção no espelho d’água, garantem que os resíduos permaneçam restritos à área da obra.
