Aos 47 anos, ex-lutadora revela diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica: “Continuem orando”

Anúncio aconteceu através de uma publicação emocionante nas redes sociais

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Lutadora ganhou destaque no mundo da luta livre (Foto: Tabercil, Wikimedia Commons, Reprodução)

A ex-lutadora Tanea Brooks, de 47 anos, revelou, na última sexta-feira (1), que foi diagnosticada com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). O anúncio aconteceu por meio das redes sociais em um depoimento emocionante.

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Veja fotos de Tanea Brooks, ex-lutadora de luta livre

Segundo a estrela da luta livre americana, os médicos diagnosticaram com ELA terminal. Dessa forma, ela afirma que não sabe quanto tempo terá de vida. Porém, alega que o quadro ajuda a explicar a atual dificuldade para andar e falar.

— Por favor, continuem orando por uma jornada tranquila e uma passagem tranquila. Eu amo vocês — concluiu.

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Conheça a carreira de Tanea Brooks

Tanea Brooks, de 47 anos, nasceu em Oklahoma, nos Estados Unidos, foi uma lutadora profissional e ganhou grande sucesso, principalmente na Impact Wrestling. Além disso, foi contratada pela All Elite Wrestling em 2019.

A ex-lutadora era conhecida pelo apelido de ringue: Rebel. Ela também conta em seu currículo uma passagem pelo World Wonder Ring Stardom, em 2017, quando atuou por uma das empresas de luta livre feminina de elite do mundo: World Wonder Ring Stardom, no Japão.

Brooks também foi diagnosticada com linfoma pulmonar primário em novembro de 2025. Foi justamente durante o tratamento que ela descobriu o quadro de ELA.

O que é Esclerose Lateral Amiotrófica

A Esclerose Lateral Amiotrófica, mais conhecida como ELA, é uma doença grave e progressiva que afeta o sistema nervoso. Ela ataca as células nervosas (neurônios) responsáveis por comandar os movimentos do corpo.

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De acordo com o Ministério da Saúde, com o tempo, o cérebro perde a capacidade de iniciar e controlar esses movimentos, que leva a uma fraqueca muscular que piora gradualmente, afetando a capacidade de realizar atividades como andar, falar, engolir e até respirar.

A ELA ainda não tem cura, mas tem tratamento por meio de um medicamento chamado riluzol, que é distribuído gratuitamente por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), que reduz a velocidade de progressão da doença e prolonga a vida do paciente.