Vini Jr abraçou uma causa dura na Europa, o combate ao racismo (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)
O Valência, da Espanha, vai processar a Netflix e a uma produtora brasileira responsável pelo documentário Baila, Vini. O motivo da briga na justiça é uma cena em que torcedores do time valenciano chama o jogador brasileiro Vini Jr. de macaco numa partida contra o Real Madrid. As informações são do Marca.
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Segundo o clube autor da ação, a produção teria distorcido as legendas, alegando que os torcedores não teriam chamado Vini Jr. de “mono” (macaco, em espanhol), mas sim de bobo, tolo. No meio do ano, uma representação do Valencia foi feita para a Netflix e a empresa produtora brasileira a fim de haver uma reparação, o que não aconteceu.
Vini Jr. e Matheus Cunha (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Camisa 10 da seleção brasileira (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Wesley (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Gabriel Martinelli (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Bento (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Alexsandro (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Carlo Ancelotti (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Estevão e Bento (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Danilo e Gerson (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Marquinhos (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Richarlison (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Vinicius Júnior (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Casemiro (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Equipe titular do Brasil contra o Paraguai (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Capitães Marquinhos e Gustavo Gómez (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)Seleção Brasileira comemora o único gol da partida (Foto: Rafael Ribeiro, CBF)
Agora, o clube avança na batalha judicial exigindo que seu pedido seja atendido. Uma das alegações é que a suposta interpretação errada dos gritos no estádio prejudicariam a imagem da agremiação e seus torcedores.
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Além disso, a direção valenciana entende ter tomado rápidas e eficazes medidas contra os autores das ofensas, além de já ter sido punida com parte da arquibancada do estádio Mestalla interditada por um período.