Ex-chefe recebe indenização de R$ 665 milhões após perder cargo em gigante dos motores

Valor aparece em documentos financeiros oficiais divulgados pela Companies House, no Reino Unido

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Fábrica da Red Bull Racing (Foto: Morio, Wikimedia Commons)

Fábrica da Red Bull Racing (Foto: Morio, Wikimedia Commons)

Os bastidores da Fórmula 1 voltaram a ser movimentados após a publicação de relatórios financeiros oficiais pela Companies House, no Reino Unido. Os documentos revelam os valores envolvidos na reformulação interna dos chefes da Red Bull Racing promovida no meio do ano passado. As informações são do ge.

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De acordo com o balanço financeiro, o ex-chefe e CEO da Red Bull Racing, Christian Horner, recebeu uma indenização de 100,48 milhões de libras esterlinas (cerca de R$ 665,73 milhões) como forma de compensação pelo encerramento de suas funções no grupo.

A quantia abrange R$ 221,56 milhões pagos diretamente pela equipe de corridas e R$ 444 milhões quitados através da divisão Red Bull Technologies, valores acrescidos de seus salários regulares acumulados até o desligamento definitivo em agosto de 2025.

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Horner foi substituído no cargo em 9 de julho de 2025 pelo então chefe de equipe da Racing Bulls, Laurent Mekies, e renunciou formalmente a todos os seus cargos no Grupo Red Bull em 13 de agosto do ano passado.

Afastado desde a rescisão do contrato, o britânico teve seu nome cotado em especulações e projetos de concorrentes como Alpine e BYD na categoria, mas manifestou publicamente o desejo de assumir o comando da Ferrari.