Filha de ex-campeão do UFC integra elenco de time da Superliga 2025/26

Líbero atua também pela Seleção Brasileira sub-19 de vôlei feminino

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Seleção Brasileira sub-19 de vôlei

Líbero Vitória Belfort ao meio, com a camisa 21 pela Seleção Brasileira saub-19 de vôlei (Foto: Divulgação, FIVB)

Vitória Belfort, conhecida como Vivi e filha do lutador Vitor Belfort, jogará pela primeira vez no vôlei profissional. A líbero foi anunciada na última terça-feira (23), pelo Paulistano Barueri que integrará o time adulto na temporada de 2025/26 da Superliga Feminina.

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A jogadora também atuou pela a Seleção Brasileira sub-19 no Mundial da categoria em julho deste ano. Além disso, também faz parte do time sub-21 do Barueri. No post do Paulistano Barueri nas redes sociais, Vitória recebeu mensagens de carinho de familiares.

— Que orgulho, Vitória! Você chegou até aí pelo seu esforço, dedicação e cuidado de Deus! O mérito é todo seu, filha. Obrigada, Barueri, por tudo que proporcionam às atletas. A Vivi tem aprendido e crescido muito a cada dia! — escreveu a mãe, Joana Prado, modelo e empresária.

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Conheça a líbero Vitória Belfort

Vivi tem 17 anos de idade, 1,70 metro de altura e nasceu no Brasil, mas foi criada em território americano. Antes do Paulistano Barueri ela atuou no vôlei universitário dos Estados Unidos, pela equipe de Georgia Tech.

A líbero possui dois irmãos que também se dedicaram a carreira de atleta, Davi como jogador de futebol americano e Kyara pelo atletismo.

O atual time de Vitória foi fundado por José Roberto Guimarães, técnico da Seleção Brasileira Feminina de vôlei e é reconhecido por dar oportunidade a jovens jogadoras. Na temporada passada, a equipe chegou às quartas de final da Superliga Feminina, mas foi eliminada pelo Minas.

Além da novidade, duas atletas da Seleção Brasileira adulta de vôlei atuam no Barueri. São elas, a oposta Jheovana e a central Luzia.

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Sobre a Superliga de vôlei

A Superliga é um dos eventos mais importantes da competição nacional do vôlei e conta com as modalidades feminina e masculina. O torneio é organizado anualmente pela CBV e o campeão ganha acesso ao Campeonato Sul-Americano de Clubes.

Os jogos são compostos pela elite brasileira do vôlei, formada pelas 12 melhores equipes locais. Disputado no formato de pontos corridos, com turno e returno e fases eliminatórias. O mata-mata conta com quartas, semis e finais no sistema melhor de três.

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A competição foi fundada em 1976 e, desde a temporada 2013/14, o nome da divisão principal do Campeonato Brasileiro de Vôlei passou a se chamar Superliga Série A, pois foi criada uma Série B. Atualmente, os dois últimos colocados são rebaixados à Série B na temporada seguinte, abrindo lugar as duas melhores equipes da série abaixo, que sobem.

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O campeonato masculino dura cerca de oito meses, de outubro até maio do ano seguinte, já a feminina tem uma duração média de seis meses. A Superliga Feminina 2025/2026 terá transmissão pelo SporTV e no streaming da VBTV. (verificar disponibilidade com seu serviço de streaming e/ou sua operadora de TV por assinatura).

O Sada Cruzeiro é o atual campeão da Superliga masculina 2024/2025, enquanto pela feminina o vencedor foi o Osasco.

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*Eliza Bez Batti é estagiária sob a supervisão de Marcos Jordão