O presidente do Flamengo, Bap, admitiu em reunião com conselheiros que a venda de jogadores poderia ter equilibrado as contas do clube em 2026. Sem citar nominalmente todos os alvos, o dirigente revelou que a venda de duas joias no meio da temporada teria resolvido o déficit financeiro do ano. As informações são do ge.
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Um dos nomes nos bastidores é o do zagueiro João Victor, por quem a diretoria recusou ofertas na casa dos 10 milhões de euros (cerca de R$ 60 milhões), além de admitir ter errado ao recusar uma investida inicial de valor semelhante do Bragantino por Wallace Yan, negociado posteriormente por cifras menores.
Para reverter a frustração orçamentária que transformou um superávit previsto em déficit de R$ 40 milhões, a gestão rubro-negra projeta arrecadar entre 40 e 45 milhões de euros (R$ 238 a R$ 267 milhões) em transferências. Respaldado pela Comissão Permanente de Finanças sob o lema de “gastar menos e vender mais”, o mandatário garantiu que não vai comprometer as peças fundamentais do elenco principal.
O aperto no orçamento reflete investimentos pesados que não trouxeram o retorno financeiro esperado em premiações, a exemplo da milionária contratação de Paquetá, orçada em R$ 315 milhões. Além disso, a frustração com receitas de patrocínio master, a negociação não concretizada do atacante Plata e a queda na semifinal da Libertadores para o Estudiantes, impediram que o clube mantivesse o teto de gastos anunciado no início da temporada.




















