Livre no mercado desde que deixou o futebol europeu há dois meses, o atacante argentino Mauro Icardi, de 33 anos, entrou na mira de um dos maiores clubes do país para reforçar o setor ofensivo nesta reta final de temporada.
Com passagens por gigantes como Inter de Milão e Paris Saint-Germain, o artilheiro está sem contrato desde que encerrou sua passagem pelo Galatasaray, da Turquia. O atleta busca um novo projeto esportivo para assinar um vínculo de dois a três anos.
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O interesse do Atlético Mineiro e a opção por Richarlison
O clube brasileiro que avalia a contratação do centroavante é o Atlético-MG, segundo informações do portal argentino TyC Sports. A diretoria do Galo colocou o nome de Icardi como uma opção de peso para o ataque, mas trata o argentino como um “Plano B” no mercado.
Isso porque, segundo os argentinos, a prioridade absoluta da equipe mineira para a posição é o brasileiro Richarlison, de 29 anos. No entanto, a negociação por Richarlison é considerada complexa e tem a concorrência do Vasco da Gama.
Caso a operação pelo atacante da Seleção Brasileira não avance até o fechamento da janela de transferências em 11 de setembro, o Atlético-MG promete ir para a outra alternativa, Mauro Icardi.
Livre no mercado, salário milionário e concorrência europeia
A grande vantagem para o Atlético-MG em um eventual negócio por Icardi é a sua condição de agente livre. Por não ter vínculo com nenhuma equipe, o clube não precisa pagar taxa de transferência, negociando apenas luvas e salários com o jogador.
Na Turquia, o atacante tinha ótimos números: em 134 partidas disputadas pelo Galatasaray, Icardi marcou 77 gols, distribuiu 25 assistências e conquistou seis títulos de liga. O jogador recebia cerca de 10 milhões de dólares por ano (aproximadamente R$ 56 milhões na cotação atual), mas deixou a equipe após recusar uma renovação com redução salarial de 50%.
Além do interesse do Galo, o centroavante foi oferecido ao Everton, da Inglaterra, e negociou com a Lazio, da Itália, que chegou a oferecer 3 milhões de euros por ano (cerca de R$ 18,5 milhões).
*Sob supervisão de Marcos Jordão

















