Charles Leclerc assumiu a liderança do GP do México ao superar Lewis Hamilton na primeira volta, mas a manobra foi investigada e a punição determinada foi questionada por Hamilton. Ainda durante a disputa da Fórmula 1, o piloto da Ferrari acusou os comissários de entregar a vitória a Charles.
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No movimento ainda na primeira volta, Hamilton manteve a liderança na primeira curva, mas foi atacado por Leclerc na curva 4. Os dois saíram da pista, e o monegasco retornou à frente. Na sequência, Max Verstappen também ultrapassou Hamilton e assumiu o segundo lugar.
O episódio entre os dois pilotos da Ferrari foi inicialmente anotado pela direção de prova. Na quarta volta, o acompanhamento confirmou a abertura de investigação, ainda sem anúncio de punição.
Os comissários da Fórmula 1 investigaram o episódio e puniram Leclerc por deixar o circuito e obter vantagem. A decisão permitiu que o piloto permanecesse na liderança, com os cinco segundos a cumprir em sua parada.
Ao ser informado da punição, Hamilton argumentou pelo rádio que o companheiro tinha a vantagem de correr com pista livre, enquanto os perseguidores precisavam administrar seus carros no tráfego. Para o britânico, devolver a posição seria a resposta adequada à manobra.
“Os comissários estão basicamente entregando essa vitória ao Charles”, declarou Hamilton, na volta 23.
Apesar da reclamação do britânico, Leclerc perdeu a posição para Verstappen quando ambos pararam ao fim da volta 27. Após cumprir os cinco segundos nos boxes, retornou atrás do adversário.
*Sob supervisão de Marcos Jordão



















