Internacional enfrenta novo problema financeiro por conta de ex-Flamengo contratado por cerca de R$ 9 milhões

Clube voltou a ser punido pela FIFA por não cumprir com um acordo de pagamento

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Novo transfer ban é por conta de uma dívida contraída pela compra de um atleta que não está mais no clube (Foto: Lucas Figueiredo, CBF)

O Internacional voltou a ser punido pela FIFA e está temporariamente impedido de registrar novos atletas. A nova punição ocorre em um intervalo de menos de 30 dias após o primeiro bloqueio sofrido pelo clube.

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Conforme informações apuradas pelo ge, a nova punição foi notificada oficialmente e está atrelada ao descumprimento de prazos para o pagamento de um compromisso financeiro com uma equipe da Europa.

A nova sanção da FIFA ocorreu por conta do não pagamento de valores referentes à contratação do lateral-esquerdo Ramon junto ao Olympiacos, da Grécia.

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Segundo apuração do jornalista Venê Casagrande, Ramon custou cerca de R$ 9 milhões ao Inter por 50% dos direitos econômicos em 2025. Sem muitas oportunidades, acabou emprestado ao Vitória após 12 jogos com a camisa do clube gaúcho.

A nova punição não pegou a diretoria de surpresa. Poucos dias após o primeiro bloqueio, o presidente do Colorado, Alessandro Barcellos, admitiu publicamente que novas sanções do tipo provavelmente aconteceriam diante do cenário financeiro enfrentado pelo clube.

Existe o risco, provavelmente acontecerão (novos transfer bans). E nós vamos trabalhar para sanar isso. A prioridade do clube neste momento de reorganização e reestruturação vão ser as questões internas, salário de colaboradores, de funcionários e de jogadores, porque essa é a mais importante para nós neste momento” afirmou em 27 de agosto, após o jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil.

Quitação de salários atrasados do Internacional e aporte de Delcir Sonda

Apesar da nova punição, a diretoria colorada conseguiu quitar salários atrasados e antecipar direitos de imagem do elenco. Os pagamentos aos jogadores foram viabilizados a partir de um aporte de R$ 20 milhões, proveniente de uma doação realizada pelo empresário Delcir Sonda para auxiliar a gestão na reorganização das contas.

*Sob supervisão de Vini Tóffoli