Ironman 70.3 em Florianópolis reúne elite feminina em disputa inédita

Competição movimentará a Ilha de Santa Catarina no dia 18 de outubro

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Djenyfer Arnold é uma das favoritas ao título (Foto: Fábio Falconi, Unlimited Sports, Divulgação)

O Ironman 70.3 em Florianópolis reunirá a elite feminina em uma disputa inédita. A prova, que acontecerá em Jurerê Internacional, no dia 18 de outubro, contará com um circuito exclusivo para as mulheres na categoria profissional.

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Ao todo, 15 profissionais estão confirmadas na start list, com destaque para atletas olímpicas, campeãs de provas do circuito e competidoras de diferentes países. Djenyfer Arnold chega a Florianópolis como uma das favoritas ao título. Bicampeã do Ironman 70.3 Brasília, em 2025 e 2026, a catarinense também venceu o Ironman 70.3 São Paulo, o Ironman 70.3 Florianópolis Latin American Championship de 2025 e o Ironman 70.3 Rio de Janeiro deste ano. Medalhista pan-americana, ela representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

Vittoria Lopes também chega credenciada por uma trajetória de alto nível. Campeã do Ironman 70.3 Sergipe em 2026, foi vice-campeã do Ironman 70.3 Cozumel em 2024, terceira colocada em São Paulo e vice-campeã do Ironman 70.3 Florianópolis Latin American Championship em 2025. A atleta disputou os Jogos de Tóquio 2020 e Paris 2024.

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A lista brasileira ainda reúne atletas que vêm se destacando nas provas nacionais. Pietra Meneghini foi vice-campeã do Ironman 70.3 Curitiba e terceira colocada no Rio de Janeiro em 2026. Giovanna Opipari, em sua primeira temporada entre as profissionais no circuito brasileiro, já conquistou o terceiro lugar em Curitiba e o quarto no Rio, além de ter terminado entre as 50 melhores no Mundial de Ironman 70.3 em Nice, na França.

Também fazem parte do grupo Luiza Pais, Fernanda Penkal, Mariana Borges de Andrade, Luma Guillen, Mikelle Coelho e Bruna Stolf, formando um pelotão brasileiro com experiência e resultados recentes em diferentes provas do circuito.

Presença internacional

O rol de participantes na Elite será reforçado por cinco estrangeiras. Entre os destaques está a francesa Julie Iemmolo, campeã do Ironman 70.3 Rio de Janeiro em 2025 e terceira colocada no Ironman Brasil deste ano. A compatriota Lea Riccoboni chega após conquistar o Ironman 70.3 Peru e terminar em quinto lugar no IRONMAN Brasil e em terceiro no Ironman de Gales em 2026.

Romina Palacio Baena também chega em alta. A atleta argentina foi campeã do Ironman 70.3 Punta del Este em 2026 e do Ironman 70.3 Equador em 2025, além de ter sido vice-campeã do Ironman 70.3 Rio de Janeiro em três oportunidades. Completam o field, Adriana Isaura Carrenõ, do México, e a francesa Chloe Nicolas.

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Formato inédito e premiação integral

A concentração das profissionais em Florianópolis faz parte de uma nova estratégia do circuito no Brasil. Enquanto a etapa catarinense será dedicada exclusivamente às mulheres, o Ironman 70.3 Sergipe reunirá apenas os profissionais homens. Em 2027, o formato será invertido, garantindo alternância entre as sedes.

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A proposta é reunir os principais nomes de cada gênero em uma única competição, aumentando a competitividade, dando maior protagonismo aos atletas e criando uma identidade específica para cada etapa.

Outro diferencial está na premiação. O valor total de US$ 15 mil (R$ 74,8 mil) será mantido em cada prova e, como cada etapa terá apenas um gênero na categoria profissional, a quantia será integralmente distribuída entre as oito primeiras colocadas.